Com o objetivo de reaglutinar filiados, militantes e simpatizantes, o Diretório Municipal do PT Campo Grande promove nesta sexta-feira o seu I Sarau Cultural de 2013. No evento acontecerá apresentações musicais com cantadores ligados ao partido, com bar a preços menores de que os praticados no mercado. Participem e compartilhe o evento no seu facebook.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Agetran: Bernal dorme na com os inimigos
Servidores que apoiaram o radialista e atual de Campo Grande prefeito, Alcides Bernal, não entenderam o jogo político de bastidores que acertaram o time para jogar no comando da Agência Municipal de Trânsito (Agetran). Conforme o grupo, os nomeados são da panela do principal opositor do prefeito na Câmara de Vereadores, o empresário Airton Saraiva (DEM), fizeram campanha para o ex-prefeito Nelson Trad Filho (PMDB), perseguiam os bernaldistas e foram agraciados por cargos de chefia e supervisão. Além disso reclamam da mesmice que graça sobre o órgão. Predomina a falta de condições de trabalho, o trânsito continua sem um plano operacional de mudança a curto, médio e longo prazo. Dizem que a engenheira mineira nomeada para o cargo andava de mãos dadas com ex-titular do órgão, Rudel Trindade. Em tempo, os fiscais de transporte continuam sem fiscalizar os ônibus nas linhas e sem talão de autuação na mão, bem ao gosto dos empresários da Assetur. Ou seja, eles continuam mandando no sistema de transporte público de Campo Grande. Pelo jeito, nosso prefeito progressista andam dormindo na cama com o inimigo e jogando para a plateia.
Itamarati garante a prosperidade de 17 mil pessoas no MS
Itamarati garante a prosperidade de 17 mil pessoas no MS
10 de maio de 2013

Por José Coutinho Junior
Da Revista Sem Terra - Edição Especial*
Além disso, o assentamento tem quatro escolas e um posto de saúde, que em breve deve se tornar um hospital. Por conta do tamanho e da quantidade de demandas no assentamento, será instaurada uma subprefeitura, para levar as demandas do assentamento a Ponta Porã.
Sementes crioulas
Por José Coutinho Junior
Da Revista Sem Terra - Edição Especial*
Se as estradas do Mato Grosso do Sul têm algo para ensinar ao viajante é o quão presente o latifúndio se faz no estado. No trecho de 120 quilômetros entre os municípios de Dourados e Ponta Porã, o que mais se vê são as plantações de cana, eucalipto, soja e usinas de grandes empresas, como a Bunge, uma corporação dos Estados Unidos. São enormes extensões de terras onde não se avista ninguém: é como se aquelas plantações tivessem surgido ali naturalmente, sem precisar do cuidado de seres humanos.
Não é para menos. Mato Grosso do Sul ocupa o primeiro lugar em concentração de terras no Brasil, com os estabelecimentos acima de mil hectares nas mãos de 10,18% de latifundiários, propriedades essas que totalizam 77% do território total, segundo dados do último Censo Agropecuário, de 2006.
Em meio a essa alta concentração de terras, surge em 2002 o assentamento Itamarati, fruto de duas ocupações de terras (uma em 2002 e outra em 2005). A área de 54 mil hectares que pertencia ao proprietário Olacyr de Moraes, conhecido como “Rei da Soja” assentou 17 mil pessoas de diversos movimentos sociais, como MST, Central Única dos Trabalhadores (CUT), Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetagri) e os ex-funcionários da fazenda, organizados na Federação dos Agricultores Familiares do Itamarati.
Com tamanho contingente de pessoas, o Itamarati não apenas conta com os lotes rurais dos assentados, mas também é constituído por áreas de agroindústrias, de responsabilidade das cooperativas, e por um pequeno centro comercial, no qual existem restaurantes, brechós, bares e mercados.
Duas formas de trabalhar a produção agrícola caracterizam os cultivos das famílias: individual e coletiva. Nos lotes individuais de até 10 hectares, vivem as famílias, que produzem uma grande diversidade de produção de frutas e vegetais, como acerola, laranja, mandioca e criação de animais, voltadas ao consumo e para vender.
Já as 66 áreas coletivas têm por volta de 120 hectares e um pivô de irrigação compartilhado, capaz de concentrar a produção em larga escala, de onde se extraem os alimentos para a comercialização. Há plantação de milho, soja, amendoim, feijão e pastagem para o gado.
Cooperativas em desenvolvimento
O Itamarati conta com duas cooperativas, responsáveis em grande parte pelo crescimento econômico e desenvolvimento do assentamento. A Cooperativa dos Agricultores Familiares do Itamarati (Cooperafi) é responsável pela venda da produção de leite, a mais expressiva do assentamento, e pelo tratamento dos grãos produzidos. Dados da Cooperafi apontam que a produção de leite chega a 500 mil litros por mês, ao passo que soja, milho e feijão (produção mais recente), atingem um milhão, 800 mil e 200 mil sacas por safra, respectivamente.
Para realizar o tratamento dos grãos, a cooperativa conta com o maquinário que já pertencia à fazenda: galpões que fazem a secagem e limpeza, além de 10 silos de armazenagem, que comportam 70 mil sacas cada, e um silo maior, atualmente desativado, capaz de comportar 1,5 milhão de sacas. A prestação de serviços, que é o tratamento e armazenamento dos grãos de outros produtores e empresas, é uma das principais fontes de renda da cooperativa, além de uma pequena porcentagem nos lucros da venda do leite.
“Temos planos de reformar pelo menos 25% do silo maior até fevereiro do ano que vem, assim vamos ter uma capacidade boa de armazenamento, e poderemos fechar uma parceria com a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) para prestar serviços”, afirma Jacob Alberto Bamberg, presidente da Cooperafi.
A Cooperafi tornou a produção de leite do Itamarati economicamente viável. Apesar da grande quantidade produzida pelos assentados, não era possível competir com outras empresas da região, pois havia um cartel para baixar o valor pago aos produtores, estabelecendo um preço de R$0,30 centavos por litro de leite. Depois do surgimento da cooperativa, em 2010, a situação dos produtores mudou. A Cooperafi paga R$0,78 por litro de leite, um dos melhores preços do estado, e consegue estabelecer a competiçãodevido à grande quantidade comercializada.
“O objetivo da cooperativa não é obter lucro, e sim desenvolver o assentamento. O dinheiro que ganhamos é investido no Itamarati, e muitas vezes temos prejuízo. O pagamento do leite é algo que nos dá prejuízo, mas fazemos porque sabemos da importância para o assentamento e os produtores. Se o assentamento vai mal, a cooperativa vai mal”, afirma Valdecir Kreusch, funcionário da Cooperafi.
Vendo a precariedade da assistência técnica oferecida pelo poder público, a cooperativa também contratou técnicos que vivem no assentamento, especializados na recuperação do solo e uma veterinária. Além disso, há planos de construção de um laticínio (para agregar mais valor ao leite), de frigoríficos, de cisternas para o período das secas e a correção do solo.
Da necessidade dos assentados de suprir a demanda por sementes de melhor qualidade, surge no ano de 2006 a Cooperativa Agroindustrial Ceres (Coopaceres). Seu principal objetivo é produzir sementes para fora do assentamento, o que não significa que os assentados não sejam beneficiados pela cooperativa.
Ao contrário, além de receberem as sementes, os produtores do Itamarati iniciaram a produção de 500 toneladas de feijão, plantadas por 180 assentados. Parte foi exportada para a Venezuela, que comprará mais mil toneladas na próxima safra.
Além desse feito, a cooperativa, em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), já produziu sementes de girassol, que foram vendidas à região nordeste do país. Outro êxito foram as produções de sementes de feijão e milho, iniciadas em 2011 e que foram compradas pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).
A gestão de ambas as cooperativas funciona por meio de assembleias com os sócios (que são os produtores filiados às cooperativas) onde é avaliado o que fazer com os recursos obtidos.
Desafio da produção 100% agroecológica
Ao andar pelo assentamento e observar a qualidade de vida das milhares de famílias que ali vivem, com suas casas muito bem estruturadas, os mais variados cultivos e formas organizativas e coletivas de produção, não resta dúvida de que a Reforma Agrária no Itamarati foi muito bem sucedida, principalmente por ter sido capaz de assentar uma grande quantidade de pessoas e dar a elas condições de produzir.
No entanto, desafios a serem superados também fazem parte do dia a dia do assentamento. O principal deles, talvez, seja revolucionar o modelo agrícola, eliminando a produção de soja e milho transgênicos e o uso de agrotóxicos.
Para Olívia de Moraes, diretora do colégio Carlos Pereira, isso ainda ocorre porque “nos dois primeiros anos de assentamento as pessoas foram convencidas por agrônomos da região de que estas terras eram uma mina de ouro, e que todos ficariam ricos rápido. A maioria dos produtores investiu nas lavouras, mas como tivemos um período de seca, eles perderam tudo. Muitos inclusive deixaram o assentamento por conta desses primeiros anos”.
Some-se a isso os cartéis aplicados pelas empresas, principalmente para diminuir o valor do preço do leite e do feijão, e muitos produtores que criavam gado venderam seus animais e se voltaram para a soja transgênica para garantir renda. Com o surgimento da Coopaceres em 2006, e da Cooperafi em 2010, há possibilidades reais de alterar a produção. “Muitas pessoas que plantavam soja já começam a voltar a criar gado, pois a Cooperafi torna a produção do leite cada vez mais viável. E a renda do leite é regular, diferente da soja, que só vem no fim da safra”, acrescenta o assentado André Aparecido Bispo.
Da mesma forma, com as sementes de feijão produzidas pela Coopaceres, a produção desse grão começa a crescer no assentamento, oferecendo mais uma alternativa economicamente viável à soja.
O uso de agrotóxicos também preocupa os assentados. Para Ana Carla Ferrari, moradora do Grupo Coletivo Eldorado dos Carajás, a bandeira da produção orgânica é a mais importante nos próximos anos.
“Sabemos da importância da produção orgânica, tanto para a nossa saúde quanto para o meio ambiente, mas não é algo que podemos fazer sozinhos. A área em que plantamos é coletiva, então não adianta nós plantarmos o orgânico e todo o resto continuar plantando transgênico, pois o orgânico seria contaminado. Para dar certo, vamos precisar conscientizar todos que produzem dos benefícios do orgânico. É um desafio grande que temos para os próximos anos”.
Sebastião Simão, também membro do Grupo Coletivo, convive com a aplicação de agrotóxicos diariamente, sem o uso de equipamentos. “Muitas vezes tenho náuseas só de sentir o cheiro do veneno. Se um dia começarmos a planar orgânico, tenho certeza de que vou viver alguns anos a mais”.
A Coopaceres também exerce um trabalho de conscientização dentro do assentamento para que produtores parem de usar sementes transgênicas de soja e milho. “Já fomos convidados pelas empresas para produzir sementes transgênicas, mas recusamos pois sabemos dos seus impactos. As transnacionais não se preocupam com o pequeno produtor ou o meio ambiente. Nosso primeiro passo é convencer os produtores a produzir o não transgênico, alertando para os danos à saúde causados pela cultura e mostrando que a rentabilidade da variedade convencional é pelo menos de dois a cinco reais maior por saca”, afirma Ronaldo José Pucci, militante do MST e presidente da cooperativa.
Os avanços pelos quais o Itamarati passa são grandes. As cooperativas realizam ações concretas há apenas dois anos, e os resultados já alteram a dinâmica de produção do assentamento. Se esse ritmo continuar, em alguns anos o Itamarati pode, além de produzir em alta quantidade, quebrar com a lógica agrícola estabelecida pelas grandes empresas. “É possível realizarmos esse rompimento aqui, só precisamos de mais tempo e recursos”, finaliza André.
Os frutos da prioridade à educação
Os 4 mil alunos dos ensinos fundamental e médio do Itamarati são contemplados com as quatro escolas públicas existentes dentro do assentamento. A enorme quantidade de crianças e jovens faz existir no Itamarati a maior escola em área de assentamento do país, chamada Nova Itamarati, com 1600 educandos.
Criadas em 2002, as escolas surgiram logo após a consolidação do assentamento. Com uma educação precária, de início a escola Itamarati ainda pertencia ao dono da fazenda, que não permitia a entrada dos alunos assentados e não existiam outras escolas por perto. O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) então negociou com o governo, e a escola José Edson foi a primeira a ser criada.
Logo depois se construiu a Nova Conquista, Carlos Pereira e a Itamarati, que foi apropriada pelos assentados, tornando-se a Nova Itamarati. De acordo com André Luiz da Silva, coordenador pedagógico e professor da escola José Edson, a estrutura da escola é suficiente para garantir a qualidade do ensino. “Temos professores formados, bons materiais pedagógicos, sala de tecnologia com 25 computadores. No ranking municipal do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), ficamos em quarto lugar do primeiro ao quinto ano, enquanto que nosso nono ano ficou em primeiro lugar. Temos também um projeto de horta coletiva, no qual todos os alunos se envolvem para cuidar e plantar”, comemora o educador.
Uma frota de ônibus escolares que circula por todo o assentamento é responsável por trazer e levar os alunos. Mas o principal aspecto do ensino no assentamento é o processo de aprendizado crítico dos estudantes.
Segundo Olívia de Moraes, diretora do colégio Carlos Pereira, a educação no campo precisa se adaptar à realidade vivida pelas crianças. “Estamos trabalhando com as nossas crianças no sentido de criar um senso crítico. Mostramos os dois lados da moeda de temas como o agronegócio, mas a opção é ele quem vai fazer. Nossos estudantes apresentam seminários bem polêmicos e criam um clima de debate entre eles, algo que não vemos em outras escolas, onde os estudantes saem de forma passiva. Aqui eles se preparam para sair melhor nos debates em sala de aula”, comenta.
A demanda por educação no Itamarati não se supre apenas nestas escolas. Há um projeto de se criar uma creche para as crianças menores, além de outra escola que está sendo construída para comportar novos alunos. Os assentados também estão em contato com o Instituto Federal do Mato Grosso do Sul (IFMS) para tentar abrir cursos de nível superior dentro do assentamento. Segundo o militante do MST, André Aparecido Bispo, “há uma demanda grande no Itamarati por cursos de graduação. Se conseguirmos abrir cursos de zootecnia e veterinária, por exemplo, a procura seria alta, além de ser uma forma de manter a juventude no assentamento”, acredita.
* Esta reportagem faz parte da Revista Sem Terra Edição Especial - Produção nos assentamentos, que será lançada em 2013 pelo MST.
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Liberdade de expressão acima de tudo!: Presidente Dilma Rousseff entrega 300 ônibus para ...
Liberdade de expressão acima de tudo!: Presidente Dilma Rousseff entrega 300 ônibus para ...: sexta, 26 de abril de 2013 às 19:58 Na próxima segunda-feira (29), a presidente Dilma Roussef vem à cidade de Campo Grande/MS para ent...
PT de Campo Grande inaugura nova sede nesta terça-feira
SEGUNDA-FEIRA, 29 DE ABRIL DE 2013
PT de Campo Grande inaugura nova sede nesta terça-feira
Embalados pelos bons resultados do senador de Delcidio do Amaral nas pesquisas de intenção de voto para o Governo do Estado e a presença da Presidenta Dilma Rousseff, hoje, na capital, onde entregou 300 ônibus do Programa Caminho da Escola e mais R$ 500 milhões de Investimentos no MS e ainda para comemorar a retomada do relacionamento amistoso entre as principais lideranças políticas de Mato Grosso do Sul, o PT inaugura nesta terça-feira (30.04), às 19h, a nova sede do PT Municipal. Em local amplo, capaz de abrigar mais de 200 pessoas, salas para as secretarias e atividades partidárias. "Nossa intenção é motivar nossa militância para que tenhamos um espaço permanente com atividades de formação política e reuniões participativas da executiva e do diretório municipal", justifica o presidente do PT de Campo Grande, Gildo
domingo, 28 de abril de 2013
Presidente Dilma Rousseff entrega 300 ônibus para transporte escolar no MS; veículos vão beneficiar a rota rural
sexta, 26 de abril de 2013 às 19:58
Na próxima segunda-feira (29), a presidente Dilma Roussef vem à cidade de Campo Grande/MS para entrega de 300 ônibus do Programa Caminho da Escola, destinados ao transporte escolar de 77 municípios do estado. Além dos ônibus, a presidente deve entregar motoniveladoras compradas pelo governo do estado com recursos oriundos de emenda dos senadores Delcídio do Amaral(PT/MS) e Waldemir Moka (PMDB/MS) e outros equipamentos semelhantes adquiridos pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário através do PAC da Agricultura Familiar. A entrega das motoniveladoras não está confirmada, assim como a presença do Ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas.
“A ideia é fazer uma agenda forte, com a presença dos 79 prefeitos, parlamentares e lideranças dos setores rural e educacional, pois são aproximadamente R$ 100 milhões em investimentos do governo federal em todos os municípios do estado, para melhorar a qualidade do transporte escolar, as condições das estradas vicinais e a qualidade de vida de quem vive na zona rural”, afirmou Delcídio.
A expectativa é de que a presidente Dilma fale sobre os problemas de logística para o escoamento da supersafra, também sobre os conflitos em terras indígenas, no MS e o fortalecimento da Agricultura Familiar.
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, os recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF), são repassados aos Estados por estimativa, com base no volume do ano anterior.
Para a vigência 2012/2013 Mato Grosso do Sul rececbeu R$ 225 milhões.
“A ideia é fazer uma agenda forte, com a presença dos 79 prefeitos, parlamentares e lideranças dos setores rural e educacional, pois são aproximadamente R$ 100 milhões em investimentos do governo federal em todos os municípios do estado, para melhorar a qualidade do transporte escolar, as condições das estradas vicinais e a qualidade de vida de quem vive na zona rural”, afirmou Delcídio.
A expectativa é de que a presidente Dilma fale sobre os problemas de logística para o escoamento da supersafra, também sobre os conflitos em terras indígenas, no MS e o fortalecimento da Agricultura Familiar.
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, os recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF), são repassados aos Estados por estimativa, com base no volume do ano anterior.
Para a vigência 2012/2013 Mato Grosso do Sul rececbeu R$ 225 milhões.
Fonte: Da redação (Cristiane Ruíz)
Dilma dá verba recorde a ônibus escolar
Publicação: 21/04/2013 08:52 Atualização: 21/04/2013 10:09
A presidente Dilma Rousseff quintuplicou a compra de ônibus escolares do Programa Caminho da Escola em 2012, em relação ao ano anterior, entregando um total recorde de 9.283 coletivos ao custo de R$ 1,8 bilhão - apenas fruto de investimentos federais. Pelo impacto imediato que gera na vida das famílias de estudantes, o programa tem forte apelo eleitoral. Em campanha antecipada pela reeleição, Dilma passou a participar pessoalmente da entrega desses transportes para a população e associar sua imagem a um programa que tem sido bem aceito.
Em menos de um mês, ela desembarcou em quatro cidades diferentes, escolhendo para ser generosa especialmente em regiões estratégicas para golpear os alicerces eleitorais de seus prováveis adversários no pleito presidencial de 2014. O interesse dos prefeitos em distribuir o benefício tem sido tão grande que as aquisições do primeiro trimestre deste ano seguem com velocímetro acelerado: 1.399 ônibus, que custaram R$ 282,36 milhões bancados pela União, por recursos próprios das cidades e Estados e por financiamento do BNDES.
A entrega dos ônibus pelo País passou a integrar o kit obrigatório que a presidente e seus ministros procuram distribuir nos recentes périplos pelo Brasil: veículos escolares, imóveis do Minha Casa, Minha Vida, máquinas retroescavadeiras e motoniveladoras.
Em 2010, ano em que Dilma foi eleita, seu antecessor e padrinho político Luiz Inácio Lula da Silva desembolsou R$ 806,88 milhões para distribuir 4.363 ônibus pelo País, mais que o dobro do valor investido por ele mesmo no ano anterior.
Além das verbas federais, se forem somados as aquisições de ônibus utilizando recursos próprios de Estados e municípios e empréstimos concedidos pelo BNDES, os números também aumentam em progressão aritmética. Em 2009, foram entregues 3.475 ônibus. No ano seguinte, da disputa eleitoral, os municípios receberam 6.225 veículos escolares.
No primeiro ano de mandato da presidente Dilma, o Caminho da Escola concedeu 2.247 veículos - uma queda vertiginosa em relação ao turbinado ano eleitoral de 2010. Em 2012, ano de eleições municipais, o programa volta a ganhar fôlego: foram distribuídos 11.551 ônibus.
O Ministério da Educação informou, por intermédio da assessoria de imprensa, que a aquisição dos veículos "não depende de partidos ou de questões eleitorais, até porque quem faz o pedido dos veículos são as próprias prefeituras, com base nos dados do censo escolar". O MEC acrescenta que o critério para definir a quantidade de meios de transporte a serem adquiridos no Programa Caminho da Escola é o número de alunos matriculados nas escolas de educação básica da zona rural que utilizam transporte escolar.
Em menos de um mês, ela desembarcou em quatro cidades diferentes, escolhendo para ser generosa especialmente em regiões estratégicas para golpear os alicerces eleitorais de seus prováveis adversários no pleito presidencial de 2014. O interesse dos prefeitos em distribuir o benefício tem sido tão grande que as aquisições do primeiro trimestre deste ano seguem com velocímetro acelerado: 1.399 ônibus, que custaram R$ 282,36 milhões bancados pela União, por recursos próprios das cidades e Estados e por financiamento do BNDES.
A entrega dos ônibus pelo País passou a integrar o kit obrigatório que a presidente e seus ministros procuram distribuir nos recentes périplos pelo Brasil: veículos escolares, imóveis do Minha Casa, Minha Vida, máquinas retroescavadeiras e motoniveladoras.
Em 2010, ano em que Dilma foi eleita, seu antecessor e padrinho político Luiz Inácio Lula da Silva desembolsou R$ 806,88 milhões para distribuir 4.363 ônibus pelo País, mais que o dobro do valor investido por ele mesmo no ano anterior.
Além das verbas federais, se forem somados as aquisições de ônibus utilizando recursos próprios de Estados e municípios e empréstimos concedidos pelo BNDES, os números também aumentam em progressão aritmética. Em 2009, foram entregues 3.475 ônibus. No ano seguinte, da disputa eleitoral, os municípios receberam 6.225 veículos escolares.
No primeiro ano de mandato da presidente Dilma, o Caminho da Escola concedeu 2.247 veículos - uma queda vertiginosa em relação ao turbinado ano eleitoral de 2010. Em 2012, ano de eleições municipais, o programa volta a ganhar fôlego: foram distribuídos 11.551 ônibus.
O Ministério da Educação informou, por intermédio da assessoria de imprensa, que a aquisição dos veículos "não depende de partidos ou de questões eleitorais, até porque quem faz o pedido dos veículos são as próprias prefeituras, com base nos dados do censo escolar". O MEC acrescenta que o critério para definir a quantidade de meios de transporte a serem adquiridos no Programa Caminho da Escola é o número de alunos matriculados nas escolas de educação básica da zona rural que utilizam transporte escolar.
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