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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

PIG CORRÓI HEGEMONIA DA DILMA. GLOBO VAI GANHAR A GUERRA?

Publicado em 28/01/2013


Eu considero um milagre a gente ter ganho o governo, ter conseguido governar, fazer uma reeleição e depois uma eleição da Dilma.


Saiu na Carta Capital – http://www.cartacapital.com.br/ – importante entrevista de Gilberto Carvalho com um balanço dos dez anos de PT no Governo.

Trata-se de uma melancólica admissão da impotência dos Governos trabalhistas para chegar ao povo, por causa da interdição do PiG (*).

O PiG trancou o Governo numa sala de tortura.

Não se ouve nada do lado de fora.

Segundo o secretário-geral da Presidência da República, com o tempo, a persistência Golpista da minoria vai minar a hegemonia do PT.

O governo fala pouco – diz ele.

Quem manda não ter uma Ley de Medios ?

É possível que a ficha da Dilma tenha caído  -  foi o que ela demonstrou em rede nacional de tevê, ao desmentir o apagão urubólico: nunca dantes a Presidenta tinha desafiado a Globo.

Basta ?

Gilberto Carvalho parece achar que não: 

GC – … A expressão na comunicação é das minorias, não há expressão do pensamento da maioria. E dramático. Nós não conseguimos produzir um movimento no País que gerasse mobilização, novos valores, nova cultura. E aí, quando digo nós, faço uma distinção. E menos o governo, mais os movimentos sociais. Eu considero um milagre a gente ter ganho o governo, ter conseguido governar, fazer uma reeleição e depois uma eleição da Dilma. É um milagre ante o bombardeio diário que a gente sofre. Esse milagre só ocorreu pela transformação do País. Agora, há um limite. A persistência desses movimentos ideológicos pode fragilizar nossa relação com o povo, a compreensão do nosso projeto e o apoio ao nosso projeto. Por isso reclamo a necessidade de um movimento mais amplo.

CC: Há nos movimentos sociais, no entanto, uma visão de que a mobilização é tarefa do governo. Por que o governo não a cumpre?

GC: O governo cumpre parcialmente. Trabalha, dialoga, as conferências continuam. O estilo pessoal de Dilma é diferente do estilo de Lula, em termos de comunicação, mas a filosofia geral, de chamar à participação, de um modo ou de outro, prosseguiu. Agora, a gente não cumpre em sintonia porque é governo múltiplo com visões bastante diferentes internamente. Nem todo mundo no governo tem essa preocupação. Então, isso dificulta a nossa ação.


(…)
CC: Então, sem essa “busca ativa”, que no seu entender cabe primordialmente aos movimentos sociais, o projeto petista está ameaçado?

GC: A palavra “ameaçado” é um pouco forte para o momento. Eu diria que pode estar ameaçado a médio prazo. O cidadão comum é bombardeado. Nós acabamos de ver agora: criou-se um apagão que nunca existiu e isso se transformou numa crise. Se você lê os jornais, o Brasil está na bancarrota, a inflação está disparando. O martelar dessa visão, acompanhada de uma visão ideológica do individualismo, da violência, do consumismo, eu receio que comece, num determinado momento, a minar as bases de um projeto como o nosso. Não acho que se trata de algo iminente, relativa a 2014, conquanto valha a ressalva de que não podemos garantir uma eleição tranquila em2014. É coisa de médio prazo.
(…)

CC: O que pesa mais para o eleitor quando ele olha o governo: a transformação social ou a tese de que a essência do governo é a corrupção, sustentada no “mensalão”?

GC: O resultado das eleições de 2012 e a continuidade do apoio ao governo detectado nas pesquisas mostram que o eleitor não é tão permeável quanto certos setores da opinião pública sonhariam, à narrativa de que o PT é o inventor da corrupção e o mais corrompido. Mas cabe ter preocupação. Não pegou agora, mas não sei daqui a pouco, com tanta insistência. Me incomoda a gente apanhar tanto e reagir tão pouco. Me incomoda a gente ter a maioria dos meios de comunicação dando essa leitura da realidade e a gente não enfrentar um debate público. Nos falta iniciativa. E quando falo nós, não é só o governo. O governo fala pouco, mas na sociedade me impressiona também a falta de debates, de enfrentamento, por parte de intelectuais, de partidos mais à esquerda, movimentos sociais. Mesmo no Parlamento há um déficit. Não estamos na melhor fase de expressão e debates.

(…)
Em tempo do amigo navegante Nabor:
28 de janeiro de 2013

Ley de Medios já, claro, de acordo com a idéia do Franklin Martins:

Qualquer marco regulatório, segundo Franklin, tem que conter:
1) político não pode ter concessão de rádio-difusão; na verdade, ninguém que tenha foro especial;
2) concessionário não pode vender horário, não pode fazer sub-concessão;
3) concessão não pode ser vendida;
4) Conselho de Comunicação Social tem que funcionar;
5) a rede tem que ser neutra: o dono não pode levar vantagem;
6) o acesso tem que ser universal.
Ao defender que o Governo assuma a liderança do debate público e transparente sobre o novo marco, Franklin acredita que há um terreno comum, que reúne todos em torno de uma nessa de negociação: a Constituição.
Todos têm que assumir o compromisso de que nada se fará à revelia da Constituição.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Entidades pela democratização dos meios de comunicação se reúnem nesta segunda-feira

Entidades do movimento popular e sindical estão motivadas para reativar o Fórum Estadual pela  Democratização nos Meios do Comunicação.  Com este propósito acontece nesta segunda-feira (29.07), às 16h00, na sede do Conselho Regional de Psicologia de MS, a primeira reunião para reativação da instância.
O Fórum foi criado em 2007 com resultado da Conferência Nacional dos Meios de Comunicação, realizado em Brasília, ainda na gestão do Governo Lula.  Faziam parte da instancia a Ordem dos Advogados do Brasil de Mato Grosso do Sul (OAB-MS),  a ONG Girosolidário e Sindjor-MS (Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso do Sul).
A reativação do Fórum tem o objetivo de fomentar e fazer gestão sobre a novo marco geral dos meios de comunicação, com base nas resoluções nacionais, abordando temas sobre a tramitação de matérias relacionadas a democratização nos meio de comunicação: renovação de rádios e TV comerciais e comunitárias; democratização da banda larga; publicidade institucional, entre outras.
Na avaliação do advogado Lairson Palermo, militante em defesa da democratização dos meios de comunicação e da OAB-MS, as manifestações de ruas realizadas em todo o País mostram que a legislação das comunicações não atende mais aos novos conceitos e direitos dos cidadãos brasileiros.
A participação da reunião é aberta a representantes de entidades, universidades, sindicatos e ongs e militantes  simpatizantes da causa.
·         Mais informações Luiza – 3382-4801 ou Laison -  8454 1221


Gerson Jara -  Assessoria de imprensa Sintect-MS

terça-feira, 23 de julho de 2013

Francelmo: Morreu um defensor da vida

Francelmo: Morreu um defensor da vida

  
 
Abel Costa de Oliveira*
Segundo alguns estudiosos da psicologia, o ser humano ao perpetrar o suicídio o faz desenvolvendo o pensamento de que já não nutre "nenhuma chance" diante de questionamentos, lutas, reivindicações, dilemas que passam a entender fracassados, e sem chances de recomeço. Desse modo ao pretender fugir dessa sua convicção, vai aos poucos se esquecendo de suas qualidades, diante de uma sensação de fracasso, acaba pondo fim à própria vida crente de que assim agindo, por força desse seu ato, transmite um encorajamento aos que ficam estimulados a continuar sua luta. E isso se vê em trecho da missiva endereçada ao companheiro de batalha pelas causas ambientalistas, o advogado Douglas Ramos, onde pede ao amigo que ele continue a batalha por ele. “Ele me diz na carta que eu continue, pois ele se foi por já estar cansado de lutar. Entregou os pontos”, relata (afirmações de Douglas Ramos).
Em outra carta endereçada aos seus colegas de imprensa, o personagem a quem vamos nos referir brevemente, deixou evidente sua frustração no que refere à política ambiental adotada no Brasil e no Estado de Mato Grosso do Sul, que ignora o clamor dos defensores da natureza, cujos, são passados para trás. E usou a seguinte frase para definir seu desencanto: “estamos vendo o barco afundar e ninguém diz nada” (Carta à Imprensa).
Estou fazendo alusão a um homem que a morte matou, mas não morreu. Estou me referindo a Francisco Ancelmo  Gomes de Barros, que aos sessenta e cinco anos de idade, em meio a um movimento de protesto ambientalista contra a implantação de usinas de álcool  e açúcar na região periférica da Bacia do Alto Paraguai – o Pantanal -, ateou fogo ao próprio corpo. Um homem que sempre fez irradiar a vida, transmitia alegria, otimismo, sempre amável com aqueles que o cercavam. Um jornalista ético como era considerado por todos. Seus pares o tinham como: “um grande empreendedor, estrategista, persuasivo e amigo do otimismo”.
Porém, num ato que colheu de surpresa a todos que o conheciam, embalado pela sua convicção ou pretendendo encorajar àqueles que liderou em prol das causas ambientais, submeteu-se ao martírio e incendiou seu próprio corpo, convencido de que com a sua morte a causa que defendia teria continuidade. A razão de tal ato é entendida por seus seguidores como: “É possível destruir um sonho de um ser humano quando sonha para si, mas é impossível destruir seu sonho quando ele sonha, com e para os outros, o sonho coletivo da transformação” (Nota da Fuconams).
De sorte que Francelmo sempre dedicou sua vida ao amor da humanidade. E por esse mesmo amor acabou por destruir a sua própria vida, porém, defendendo uma causa justa, ou seja, o meio ambiente, que significa a continuidade da vida. A ideologia da vida. O biocentrismo.
Através da ONG por ele criada – a FUCONAMS -, fazia ecoar seu grito, e a tantos decibéis que atingia até mesmo os ouvidos “mocos”, os quais nem sempre absorviam a mensagem e seu alto teor. O que o levou a praticar a tragédia, como forma de protestar, no entanto na qualidade de mártir. Ou herói.
Nosso homenageado era um sonhador, sonhava com um mundo melhor. Jornalista, escritor, coerente, inteligente, persuasivo, idealista, franco, patriota, religioso, calmo, pacífico, escondeu de todos, e até mesmo dos mais íntimos a coragem de entregar sua vida por uma causa. E de forma tão sofrida que nos leva a refletir o martírio de São Lourenço, que de igual modo foi queimado, assado, por ato de seus algozes. Contudo, São Lourenço, não se entregou, aceitando o martírio que lhe fora imposto, eis que defendia uma causa justa, o Cristianismo.
Como justa foi a causa sempre defendida por Ancelmo. O meio ambiente. A natureza. E a vida em sí.
Perdemos um grande homem. Um pensador. Um batalhador. Um exemplo. Exemplo que para ser definido corretamente torna necessário a pena de Castro Alves ou a eloqüência de Rui Barbosa. Tão grandes foram suas batalhas.
O ato praticado por Francelmo, talvez  neste momento não possa ser entendido, outrossim, com o transcorrer do tempo, quando as coisas forem acontecendo, a exemplo de uma tela pintada que a medida em que, vamos nos distanciado dela, vai clareando, tornando-se nítida, de modo que possamos vislumbrar a grande arte nela estampada.
Francisco se entregou a uma ideológica ação, a exemplo do outro Francisco. O Santo. São Francisco de Assis, o Padroeiro dos animais e da ecologia.
Assim será a entrega de nosso homenageado. Sua atitude por certo não será vã.  Semeou e da germinação restarão frutos a serem colhidos, pois como pontuam seus companheiros de FUCONAMS, “O sonho não acabou”! Pois, Francelmo vive!
 * Consultor Jurídico Ambiental e Professor de Direito Ambiental

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Ciências sem fronteira - Bolsa de estudo na alemanha

Doutorado

Ciência sem Fronteiras - o programa

Ciências sem Fronteiras é um programa de bolsas do governo brasileiro que visa contribuir para a consolidação e internacionalização da ciência e tecnologia no Brasil. O programa promove o intercâmbio de estudantes e pesquisadores nas áreas de ciências exatas e engenharias. Através do programa Ciências sem Fronteiras, o governo brasileiro busca contribuir efetivamente para a inovação e o desenvolvimento dentro do país, fortalecendo assim a competitividade brasileira no cenário mundial.

Participantes brasileiros

O programa de bolsas Ciências sem Fronteiras é destinado a estudantes e pesquisadores brasileiros das seguintes áreas (lista detalhada). Os editais são elaborados pelas instituições brasileiras CAPES e CNPq. Os estudantes e pesquisadores interessados devem se dirigir ao setor de relações internacionais de suas universidades para obter informações sobre os requisitos e as modalidades de candidatura. Em caso de aprovação, o futuro bolsista  pode escolher nessa plataforma a vaga de seu interesse e processar a sua candidatura on-line.
Os interessados recebem antecipadamente um resumo de todos os projetos para doutorados.
Candidatos a doutorado podem fazer a sua candidatura on-line.

Universidades e institutos de pesquisa alemães

As universidades e os institutos de pesquisa alemães oferecem as vagas de estudo e pesquisa on-line. Após a aprovação das ofertas pelo DAAD, os estudantes e pesquisadores brasileiros podem apresentar a sua candidatura on-line no portal.
Universidades e institutos de pesquisa podem apresentar on-line seus programas de doutorado.

terça-feira, 25 de junho de 2013

A revolta dos filhos da classe média.


Por sucessivos Governos a classe média brasileira vota errado e paga um preço alto por isso. Pesquisa da  Data Folha mostra que um percentual expressivo da sociedade favoráveis a manifestação tem renda superior a cinco salários mínimos. Outro percentual significativo, com renda até dois salários mínimos é contra os protestos, somados aos mais idosos.  
O sociólogo Paulo Cabral, em entrevista concedida no programa Noticidade, da FM Cidade, na segunda feira, resgatou que foi a classe média tradicional Brasileira que elegeu Collor de Mello e pagou com o confisco da poupança. Depois apostou em Fernando Cardoso e amargou mais de oitos anos de achatamento salarial e perdas de direitos, depois, uma parte, elegeu Lula  e começou a dividir espaço com os mais de 30 milhões de brasileiros que saíram das classes D e E.
Além de ser penalizada com um imposto de renda agressivo, com alíquotas de até 30% da renda, empurrada por aumentos históricos do salário mínimo, preços abusivos nos combustíveis, ela teve que dividir as ruas com mais automóveis com a democratização do crédito, os espaços nos aviões, os aeroportos e até as compras em Nova York ou os passeios na Disneylândia.
Perdeu também o privilégio de usufruir a totalidade das vagas nas universidades públicas,  pois com a instituição das cotas perdeu 50% das vagas. Mais a gota d’água, na opinião de Paulo Cabral, foi a nova regulamentação do trabalho das empregadas domésticas, rompendo um ciclo de trabalho semiescravo, gerando demissão e a incorporação das atividades domésticas, anti relegadas a trabalhadores de segunda classe.  
Após várias tentativas de emplacar a bandeira de combate a corrupção pela internet, com atos esvaziados,  este segmento da sociedade se apropriou de bandeira legítimas do movimento popular: o passe livre e as desocupações de áreas para obras da Copa do Mundo, principalmente em torno do Maracanã e o Mineirão.
Por meio de sistema de comunicação horizontalizada, patrocinada pelas redes sociais, criou uma identidade com as demandas reprimidas historicamente: saúde, democratização nos meios de comunicação, contra a PEC 37, combate a homofobia, transparência do Estado, punição severa a corrupção.
Um exemplo disso é que em Campo Grande boa parte dos organizadores redes do Facebook são alunos de escolas privadas. 
Os movimentos de rua dos jovens com uso de tecnologias como Android, Apple, Instagram, pegaram os Governos Federais e Estaduais, os partidos políticos, tanto de esquerda, como centro e direta, e as organizações formais da sociedade de calça curtas e coloca na agenda uma nova forma de organização, atropelando as formas tradicionais de se fazer política.
Sem lideranças personalizadas, apartidária, a classe média, endividada, não vê suas reivindicações contempladas nem mesmo pelo PT, agregou os mais diversos setores da sociedade, inclusive os mais atrasados, de integralista, a marginalidade acuada com a ação ostentiva dos policiais nos redutos da criminalidade, ao agronegócio que defende a continuidade da expropriação das terras indígenas.
O crescimento das mobilizações foi apropriado pelos grandes conglomerados econômicos da comunicação que agora tentam, mais uma vez, fazer a pauta política do Executivo e do Legislativo, mesmo também repudiados.
No mais a “geração Coca Cola”, explodiu, tem pressa e propostas, mesmo sem entender  direito o funcionamento dos poderes formais, inverte a lógica da pauta política, faz políticos  trabalharem e os Governos a reverem suas agenda  políticas e prioridades. 
Parafraseando o  jornalista Paulo Henrique Amorim chegou a hora do Governo Dilma refletir sobre a política econômica de “ser mãe dos ricos e pai dos pobres”.
Tem o desafio de fazer as reformas necessárias, mesmo sem for preciso convocar consultas populares  e rever a política de enforcamento da classe média, dotando as cidades de estruturas necessárias para que o País reduza o seu IDH.
Para tanto, terá coragem de meter o dedo na ferida e colocar na pauta o imposto sobre fortunas, reduzir impostos indiretos como o ICMS  rever a política de renuncia fiscal para os grandes grupos econômicos.
A Receita está nas ruas, basta ter habilidade, sintonizar as demandas e governar para a maioria.
O autoritarismo não pode  substituir a democracia.  
Em tempo, sugiro que assistam o filme "Chovem em Santiago", pois a classe revoltada é a mesma.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Protestos não podem virar Coca Cola

Tramita no Congresso Nacional o projeto que preconiza a Reforma Eleitoral. Os protestos de ruas que assolam o País mostram o total descrédito das instituições: Executivo, Judiciário e Legislativo. A juventude do Pais e boa parte dos cidadãos de boa fé estão apontando que o atual sistema de representação politica faliu, torna os parlamentares longe dos seus eleitores e de suas ansiedades, facilmente suscetíveis ao balcão de negócios que virou nossa política do toma lá dá cá. 
Em nosso pais, para nossa tristeza, a figura do político está associado a bons salários, corrupção e esperteza, inclusive com aval de boa parte da sociedade que vota por conveniência ou em troca de favores. 
Sou daqueles cidadãos que não se acostumam a política de usurpação do dinheiro público. Ainda vejo na política a nobre arte de representar os anseios da sociedade, dialogar, reivindicar, definir a pauta prioritária do País e os respectivos orçamentos e, o mais importante, fiscalizar o emprego de públicos. 
O Grito das Ruas, avessas aos partidos políticos e a velha politicagem, agora tem ter ressonância nos próprios partidos, no Congresso, no Judiciário e no próprio Governo Federal, que deve repensar sua pauta política, aproveitar a onda e fazer o que o Brasil precisa, urgente: aprovar a Reforma Eleitoral, fiscal e tributária, aprovar o orçamento impositivo, priorizar investimentos na saúde, no transporte de massa e melhorar o atendimento dos serviços prestados à população.
Após a onda de protestos, cabe, agora, a nossa juventude, mostrar a classe política o que o Brasil precisa para avançar rumo a verdadeira democracia, mais igualitária e justa socialmente. Os protestos não podem ter apenas o efeito Coca-Cola, depois que explode, fica choca, sem graça e acaba sabor. 

segunda-feira, 20 de maio de 2013

PT de Campo Grande realiza Sarau nessa sexta-feira

Com o objetivo de reaglutinar  filiados, militantes e simpatizantes, o Diretório Municipal do PT Campo Grande promove nesta sexta-feira o seu I Sarau Cultural de 2013. No evento acontecerá apresentações musicais com cantadores ligados ao partido, com bar a preços menores de que os praticados no mercado. Participem e compartilhe o evento no seu facebook.