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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Comerciantes da Av. Capital protestam contra o omissão da Agetran

Às vezes tenho a impressão que os titulares da Agetran tratam a questão de trânsito da capital como jogo de futebol de fim de semana. Certamente o mapeamento estatísticos de locais de acidente já devia ter identificado os cruzamentos da avenida Capítal, com a rua Naviraí, como um dos pontos de estrangulamentos, com acidentes e mortes constantes. Um detalhe, como se as pessoas que se acidentam, morrem ou até mesmo tem o patrimônio avariado não passem de mais um e tão somente mais dado estatístico que não serve para nada. Cansados do descaso dos doutores do trânsito, os comerciantes do local decidiram dar o grito e colocaram faixas nas esquinas reclamando do descaso com os acidentes. Campo Grande precisa de uma política de prevenção a acidentes de trânsito efetiva. Para onde vão as multas milionárias que nós cidadãos pagamos?

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Em reunião no Sintect-MS, Gerson Jara defende mandato popular e partidário


Estive nessa quarta-feira em reunião com nova diretoria do Sintect-MS. Na  oportunidade falei sobre a importância dos trabalhadores ocuparem espaço políticos nos legislativos municipais e no Executivo, pois os resultados das eleições municipais apontam para a correlação de força para disputa Presidencial e para Governador, bem como a composição política na Câmara e Senado, espaço em que se decide a vida dos cidadãos e cidadãs brasileiros.
Lembrei da importância do PT eleger representantes que tenha compromisso com a construção partidária, com os movimentos populares e sindical. Pois mesmo no comando do Planalto, o partido  e a CUT têm que ter clareza que o Governo Dilma é um Governo em disputa com os empresários. Daí a necessidade de elegermos candidatos comprometidos com a política de distribuição de renda, participação nos lucros e resultados e valorização do salário mínimo, ainda insuficientes para um pai ou mãe de família pagar aluguel, luz, água, fazer supermercado, ter acesso a cultura e ao lazer.
Reafirmei o compromisso de ter um mandato que fortaleça o partido, valorize as instâncias partidárias e os núcleos de base, uma forma, no meu entendimento, de fortalecer novas lideranças políticas e a mobilização popular em questões que dificultam a vida dos cidadãos campo-grandense como o fim nos cobradores nos ônibus, obrigatoriedade do cartão para utilização dos coletivos e a política de desmantelamentos dos hospitais públicos.  Além disso, romper a lógica de administração voltada à especulação imobiliária e a serviços das grandes empreiteiras que agridem o meio ambiente e transforma a lei zoneamento urbano em mero instrumento de negócios. 

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Professores da UFMS mantém greve em Campo Grande e no interior


Por 69 votos favoráveis contra 35 contrários, os professores da UFMS decidiram manter a paralisação por melhores salários, condições de trabalho e 10%  de investimento do PIB (Produto Interno Bruto) na Educação. A decisão contrariou proposta encaminhada pelo PROIFES-Federação, da qual a atual direção da ADUFMS (Associação dos Docentes da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul)é filiada.
Também votaram pela continuidade da greve os professores dos campi de Coxim, Aquidauana e Corumbá.
Na avaliação dos movimentos ligados ao Comando de Greve a proposta  considerada final  apresentada pelo Governo Federal  mal repõem as perdas atual as futuras da inflação e ainda  tem uma validade de 5 anos, situação que forçará a categoria a promover novas greves para  garantir avanços salariais.
De acordo com informativo distribuído pela ADUFMS  a proposta do Governo Federal acontece de forma escalonada, sendo  o primeiro reajuste em março de 2013 com a variação na tabela oscilando entre 13% a 32%, em 2014 entre 19 % e 36% e em 2015  entre 25% e 44%. O percentual todavia incidirá sobre o piso salarial de 2010, desconsiderando os últimos 4% de reajuste já incorporado aos atuais salários.
Já o Comando de Greve distribuiu tabela questionando os índices, apresentando tabela comparativa do Andes (Associação dos  Docentes do Ensino Superior).  Os valores têm como referência do piso salarial do Departamento Intersindical de Estudos Econômicos e Sociais (Dieese).  Pelo comparativo o maior  o salário , nível 1,  do Andes, ficaria  em R$ 22.693,74 e o menor em R$ 13.266,56, para o nível professor auxiliar 1. Já a como  proposta do  Governo Federal  o maior salário no nível titular 1 ficando em R$ 17.067,74 e o menor nível em  R$ 8.638,50 para a classe auxiliar 1.
Os professores ligados ao comando de greve defendem a realização de Assembléia específica para discutir a desfiliação da ADUFMS  do Proifes, sob alegação da atual tomar decisões sobre o movimento grevista, sem ouvir a categoria.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Quota racial e social nas universidades; uma questão de justiça

A Lei da quota estabelece a igualdade de oportunidade, secularmente relegada pelas elites econômicas do do País. Foi surpreendido por manisfetação contrária da minha segunda filha, Camila, dizendo que agora teria que abrir mão de sua pretensa vaga, no curso de medicina para alunos com menos conteúdo intelectual. Reclamou que a competividade para alunos de escolas privadas, como ela, aumentaria e o que forçaria a estudar mais e que o Governo Federal deveria, sim, melhorar o ensino infantil, fundamental e médio a o invés de estabelecer facilidades para as camadas mais pobres da sociedade.
Estes sempres foram os principais argumentos para os mais ricos  a política de exclusão dentro das instituições federais de ensino, inclusive por isso que não as privatizaram como desejava o Governo Fernando Henrique Cardoso.
 A outra filha mais velha, Taíná, questionou lembrando que os melhores alunos da sua turma, por ironia do destino, eram alunos egressos de escolas públicas.
Nos seis anos que frequentei a UFMS sempre acompanhei a inversão de papéis dentro das universidades, os ricos, que tiveram oportunidade de pagar escola particular, fazer cursinho, pagar reforço e cursar línguas chegavam nos eletizados cursos de Medicina, Odontologia e Administração, na época os mais concorridos. Raríssimas as exceções, como tive oportunidade de conhecer.
A quota sempre foi defendida por nós do PT. É a oportunidade de melhorar o ensino público, por fim a autocensura dos alunos que jamais sonhavam com a possibilidade de ingregar uma universidade pública, de qualidade e eram obrigados a se submeter as tentáculos das instituições particulares de ensino ou fazer um curso que não era dos seus sonhos, levando consigo a frustação da carreira.
O desafio continua melhorar o ensino público em todos níveis, do infantil, historicamente relegado, ao fundamental, médio, profissionalizante e superior. Daí a a necessidade de se investir 10% do PIB na Educação Pública, como recentemente aprovou a comissão de Educação na Camara dos Deputados.
Por enquanto, a quota social e racial é uma questão de justiça para um País que historicamente relegou aos filhos dos trabalhadores o papel de mão de obra barata e a fila do exército de reserva no mercado de trabalho oferecido pelos ricos. Justiça seja feita!


14 de agosto de 2012Publicado em: Educação, Juventude, Notícias


A Juventude do Partido dos Trabalhadores manifesta publicamente o seu contentamento pelo PLC 180/08 (Projeto de Lei da Câmara, número 180 do ano de 2008), aprovado no último dia 7 de agosto, que regulamenta o sistema de cotas no ensino superior público.

O projeto traz um sistema que destina no mínimo 50% das vagas nas universidades e institutos públicos federais a estudantes oriundos integralmente do ensino médio público e com baixa renda familiar, estabelecendo ainda o recorte racial de acordo com a proporcionalidade da população negra, indígena e parda em cada estado, de no mínimo 25% das vagas a estes estudantes, de acordo com os dados do último levantamento do IBGE, unindo assim critérios sociais e raciais.

As políticas de ações afirmativas, aprofundadas sob o governo do PT, visam superar as desigualdades históricas as quais uma grande parcela de nossa população, majoritariamente negra, está submetida. A garantia do acesso a bens e serviços públicos, ainda hegemonizados pelas elites, é fundamental para o processo de reparação. É importante lembrar que a escravidão colonial, que estruturou o desenvolvimento do capitalismo do nosso país, sequestrou e escravizou os povos negros, da mesma forma que dominou e oprimiu os povos indígenas, os afastando do exercício pleno da cidadania, não lhes dando qualquer oportunidade de acesso a educação formal, em especial o ingresso ao ensino superior.

O Partido dos Trabalhos tem como um dos seus pilares fundamentais a luta contra o racismo, as opressões e a construção de uma sociedade que alcance a igualdade racial, de gênero e social. Nesse sentido, compreendemos de forma estratégica a implementação emergencial do sistema de cotas na educação brasileira, combinando ações de reparo histórico ao nosso compromisso com a superação das desigualdades.

Seguiremos em luta!

“O filho do pedreiro vai poder virar doutor” – Ex-Presidente Lula

Brasília, 09 de Agosto de 2012.



A Juventude do Partido dos Trabalhadores manifesta publicamente o seu contentamento pelo PLC 180/08 (Projeto de Lei da Câmara, número 180 do ano de 2008), aprovado no último dia 7 de agosto, que regulamenta o sistema de cotas no ensino superior público.

O projeto traz um sistema que destina no mínimo 50% das vagas nas universidades e institutos públicos federais a estudantes oriundos integralmente do ensino médio público e com baixa renda familiar, estabelecendo ainda o recorte racial de acordo com a proporcionalidade da população negra, indígena e parda em cada estado, de no mínimo 25% das vagas a estes estudantes, de acordo com os dados do último levantamento do IBGE, unindo assim critérios sociais e raciais.

As políticas de ações afirmativas, aprofundadas sob o governo do PT, visam superar as desigualdades históricas as quais uma grande parcela de nossa população, majoritariamente negra, está submetida. A garantia do acesso a bens e serviços públicos, ainda hegemonizados pelas elites, é fundamental para o processo de reparação. É importante lembrar que a escravidão colonial, que estruturou o desenvolvimento do capitalismo do nosso país, sequestrou e escravizou os povos negros, da mesma forma que dominou e oprimiu os povos indígenas, os afastando do exercício pleno da cidadania, não lhes dando qualquer oportunidade de acesso a educação formal, em especial o ingresso ao ensino superior.

O Partido dos Trabalhos tem como um dos seus pilares fundamentais a luta contra o racismo, as opressões e a construção de uma sociedade que alcance a igualdade racial, de gênero e social. Nesse sentido, compreendemos de forma estratégica a implementação emergencial do sistema de cotas na educação brasileira, combinando ações de reparo histórico ao nosso compromisso com a superação das desigualdades.

Seguiremos em luta!

“O filho do pedreiro vai poder virar doutor” – Ex-Presidente Lula

Brasília, 09 de Agosto de 2012.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Juiz de Iguatemi cassa candidatura de Lidio Ledesma do PDT

juiz Luciano Pedro Beladelli (25ª Zona Eleitoral) casssou a candidatura do candidato Lidio Ledesma do PDT. A decisão cabe recurso recurso junto ao TRE-MS.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Mais um material para a batalha

Amanhã já estará disponível na versão impressa esse folder abaixo. Onde apresento minhas propostas e falo um pouco do meu histórico de militância. E ainda conta com uma charge do amigo Milton César. Quem quiser é só entrar em contato comigo, inclusive, pela minha página no Facebook: http://www.facebook.com/gersoncanhetejara

Os eleitores que quiserem mais informações também podem acessar e receber atualizações no Grupo do Facebook Gerson Jara Vereador: http://www.facebook.com/groups/209344962524646/