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domingo, 20 de outubro de 2013

Video documentário Omissão Fatal denuncia violênica do Estado contra as comunidades indígenas


Já disponibilizamos o vídeo documentário Omissão Fatal - produzido pelo coletivo Terra Vermelha, com o apoio do CEBI. com a direção e roteiro da minha pessoa, imagens e assistência de direção do índio Dionedson Terena. Neste documentário apresentamos um pouco do drama vivido pelo povo Terena, na desocupação violenta da fazenda Buriti,  em Sidrolândia - MS. Nele abordamo o tratamento preconceituoso da imprensa sobre a questão da demarcação das terras indígenas  e o papel do coletivo no apoio à luta nas capitais brasileiras e no exterior. 
Com esta experiência esperemos estimular a produção abordado as causas dos nossos irmãos frente a omissão do Estado e dos poderes constituídos no direito legítimo à demarcação de suas terras. 
Partilhamos do entendimento que uma sociedade saudável, com tanta terra, não e possível um boi ter uma hectáre de terra exclusiva para viver e comunidades inteiras se submeter ao confinamento humano, no campo e na cidade, em barracos às margens das estradas, sofrendo toda forma de violência. 
Compartilhe e esperamos constituir um núcleo para novas produções. Clique e assista. http://www.youtube.com/watch?v=rC97yt1kevA&hd=1

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

SEMINÁRIO: REFORMA DO ESTADO COM PARTICIPAÇÃO DEMOCRATICA


SEMINÁRIO:  REFORMA DO ESTADO COM PARTICIPAÇÃO DEMOCRATICA 
DIA 18/10
ORGANIZAÇÃO COMITÊ VERDADE E JUSTIÇA
CNBB-OESTE I
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O debate da Reforma Política torna-se, a cada dia, mais uma pauta difusa, onde se discute uma espécie de Reforma Eleitoral e não a reforma das instituições políticas. A CRJP, em comunhão com Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, acredita em uma proposta de Reforma de Estado com uma grande participação democrática e popular. Entretanto, é preciso aprofundar, refletir, discutir, o tema entre os segmentos da sociedade, para que se qualifique o debate e em um futuro próximo seja possível uma construção coletiva da verdadeira reforma que queremos.
Por isso, a Comissão Regional de Justiça e Paz/MS ( CNBB Regional oeste 1) tem a honra de convidá-lo para o lançamento do seminário de estudo :
TEMA: REFORMA DO ESTADO COM PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA - Doc 91 da CNBB
- Apresentação do Documento - Assessor Carlos Moura (secretário-executivo da CBJP)
- Grupo de estudo e reflexão
- Manifestação dos participantes (perguntas e respostas)
- Encaminhamentos 
AGUARDAMOS VOSSA CONFIRMAÇÃO
Margarida Cavalheiro -Sec. Executiva CRJP/MS  (67) 92533207/ Lairson Palermo - Membro da Sec-Excecutiva (67) 9217 4333
Endereço: R. Abílio Barbosa de Souza, 168 - São Francisco, Campo Grande - MS, 79118-130.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Vídeo documentário Omissão Fatal aborda conflitos pela demarcação de terras no MS

O Coletivo Terra Vermelha lança nesta sexta-feira (04.10), às 19h00, no corredor central da Estação Rodoviária Heitor Laburu (rodoviária antiga), o vídeo documentário Omissão Fatal, que narra os conflitos pela demarcação das terras indígenas, a omissão dos governos na questão e o papel dos movimentos sociais na mobilização e solidariedade a luta dos indígenas em Mato Grosso do Sul. O vídeo também será  exibido simultaneamente na cidade de Barcelona, na Associação dos Estudantes de Comunicação da Catalunha, em palestra de apresentação do professor da UFMS, Edson Silva, que atuou como consultor na produção e foi responsável publicação do Jornal Terra Vermelha narrando o descaso do Estado no combate a violência contra os índíos Guaranis e Terenas.   
Omissão Fatal tem a direção  do jornalista Gerson Canhete Jara e assistência de direção do índio Dionedson Terena, responsável pela coleta de depoimento e pelo registro de imagens do conflito na Fazenda Buriti, no final de Maio. A desocupação ocorreu de forma violenta por parte da Polícia Federal  e a Polícia Militar, em cumprimento de liminar judicial,  resultou na morte do estudante e servidor público, Oziel Gabriel. As investigações por parte da Polícia estão em curso, todavia, passados mais de 90 dias no identificou os responsáveis pelos disparos e até momento ninguém foi punido.
A produção apoiada pelo Terra Vermelha e CEBI (Centro de Estudos Bíblicos) é a primeira experiência para formação de núcleo de produção de documentários e cinemas envolvendo a temática indígena no Estado. Reúne imagens em vídeo, reportagens das TVs locais e fotografias de diversos profissionais que cobriram a desocupação.  A iniciativa também é  a  base para formação de parcerias envolvendo as universidades, organizações não governamentais, os movimentos sociais e cidadãos simpatizantes às causas indígenas.
O evento contará também com o relato oral da militante indígena Yuri Matsunaga que fará uma contextualização da luta indígena pelo direito a terra no Mato Grosso do Sul. 
A participação é aberta ao público.    

 Mais informações 9651-8284 ou Jorge de Barros 9221 1900 9911 8930 - Paulo Paes 9954-7061

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Grupos ligados aos Movimentos Socias de MS definem pautas para Fórum Mundial de Direitos Humanos

quarta-feira, 25 de setembro de 2013 
Por: Nathália Barros   Foto: Roberto Higa 
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Evento reúne entidades para debater direitos humanos.
Pela primeira vez na história de Mato Grosso do Sul, as entidades que lutam pelos direitos humanos tiveram a oportunidade de se reunir e debater soluções para a cultura da violência. O encontro, realizado no plenário da Casa de Leis, na tarde desta quarta-feira (25/9), foi possibilitado pelo presidente da Comissão de Trabalho, Cidadania e Direitos Humanos, deputado estadual Laerte Tetila (PT), com a realização da sessão especial que tratou sobre a “Mobilização Preparatória do Fórum Mundial de Direitos Humanos”.

O encontro regional antecede o 1º Fórum Mundial de Direitos Humanos, previsto para acontecer em Brasília entre os dias 10 e 13 de novembro. “Essa é uma oportunidade para que as organizações recebam informações sobre a metodologia do evento, afinal, elas estão sendo instruídas por pessoas que vieram de Brasília, fazem parte da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, pasta da ministra Maria do Rosário, para orientar a respeito da sistemática. Por isso precisamos levar as propostas regionais”, explicou Tetila.

Reuniões similares acontecem em todas as capitais do País. “O objetivo é permitir o encontro, a apresentação e a fundamentação de propostas de instituições que fizerem adesão ao comitê organizador do Fórum”, justificou a representante da ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, coordenadora geral da ouvidoria nacional de direitos humanos, Irina Karla Bacci.

Em uma metodologia, organizada por Nilda da Silva Pereira, membro do comitê organizador do evento mundial, os representantes de entidades foram separados em três grupos. Cada um deles teve como pauta um eixo; eixos esses que serão os mesmos a serem levantados no encontro mundial.

O grupo I tratou sobre os direitos humanos como bandeira de luta dos povos. Eles defendem que é importante se pensar no impacto ambiental de grandes projetos arquitetônicos e infraestruturais, além de apresentar preocupação no que tange o modelo neoliberal adotado no País. No ponto de vista do grupo, o atual modelo abala a construção de uma comunidade voltada para a garantia dos direitos humanos.

Em outra sala, o grupo II trabalhou o eixo da universalização de direitos humanos em um contexto de vulnerabilidade. Os integrantes apontaram o Estado como um fomentador da violência por não ter plano de direitos humanos implementado, apesar de existir, desde 2008, um modelo elaborado pelas entidades ligadas ao tema.

A dificuldade para demarcação de terras indígenas e quilombolas, violência contra a mulher e falta de incentivos para a permanência do público LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) em escolas, fizeram parte do debate do grupo.

Para os integrantes, há a necessidade de instituir um Núcleo de Combate ao Tráfico de Pessoas, levando em consideração que o Estado faz fronteira com dois países e é um alvo constante de traficantes. A acessibilidade, escravidão, e violação ao meio ambiente, também nortearam as discussões.

O terceiro grupo debateu sobre o tema “Transversalidade dos Direitos Humanos”. Entre as diversas problemáticas apresentadas, está a necessidade da aproximação da polícia com as entidades ligadas aos direitos humanos.

Todos os grupos concordaram que a grande mídia está entre os responsáveis pela disseminação da cultura da violência e desigualdade social. Eles defendem que seja implantado um “Observatório dos Direitos Humanos” para acompanhar as matérias publicadas.

Um documento, contendo todas as sugestões, será elaborado e apresentado por caravanas estaduais e municipais no Fórum Mundial de Direitos Humanos.
Permitida a reprodução, desde que contenha a assinatura "Portal ALMS". Crédito obrigatório para as fotografias, no formato "Nome do fotógrafo/ALMS".

Ecetistas de MS, em greve, doam sangue no Hemosul

Os trabalhadores na Empresa de Correios, Telégrafos e Similares de MS de Campo Grande, em greve desde o dia 17 de setembro, estarão em agenda humanitária neste sexta-feira pela manhã, fazendo doação de sangue nesta sexta-feira pela manhã.
Na quinta-feira a categoria aprovou pontos para acordo encaminhado pelo Comando de Greve da Fentect, a ser apreciado pelo Ministro do Tribunal Superior do Trabalho, Fernando Eizo Ono, em julgamento com data ainda indefinida.
Os pontos para acordo constam dos seguintes itens:
A contraproposta encaminhada pelo comando contou com aval dos ecetistas sul-mato-grossense e prevê os seguintes itens para apreciação:
1- Manutenção da Assistência Médica (Correio Saúde) no moldes atuais e extensivos aos novos empregados, mantendo a ECT como gestora direta dos Correios Saúde, sem a possibilidade de gestão por qualquer outra entidade;
2 - Abono dos dias parados, incluindo as paralisações dos dias 11/07 e 30/08, comprometendo os trabalhadores a colocar a carga represada por conta da greve nacional em dia;
3 - reajuste salarial de 8% extensivo a todos os benefícios;
4 - Aumento linear de R$ 100,00;
5 - Implantação da entrega postal matutina em todo o território nacional;
6 - pagamento do auxílio creche a todos os funcionários, sem discriminação;
7 - Contratação imediata de mais trabalhadores, através de Concurso Público, em substituição aos terceirizados e MOTs;
8 - Isonomia das gratificações de função motorizada pela maior valor em todas as DRs.
9 – Inclusão do pagamento do 13º talão de ticket alimentação nos mês de dezembro;
Gerson Jara – Assessoria de imprensa sindical
Mais informações: 67 8109-6857 – 67 3042-8752 ou Elaine -67 9150 6776

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Ecetistas e bancários promovem passeata nesta tarde, no centro.

Os trabalhadores dos Correios e Telégrafos, em greve por melhores salários desde dia 17 de setembro, promoveram logo mais, às 15h00, uma passeata pelas ruas do centro da cidade. A concentração acontecerá em frente da agência central da ECT, localizada na Av. Calógeras, esquina com a Rua Dom Aquino. De lá segue pela Av. Afonso Pena, até a esquina com a rua 13 de maio, de onde se unificarão com os bancários e darão continuidade a pesseata pela Rua 14 de Julho. Mais informações: Alexandre Takashi, 67 9407 9241.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Direção do Sista-MS cobra mais respeito e democracia por parte da reitoria da UFMS


1- Trabalhadores unidos em frente da Reitoria da UFMS 
A coordenação SISTA/MS voltou condenar as atitudes e decisões da reitoria da UFMS que estão prejudicando os trabalhadores técnico-administrativos, especialmente os mais antigos, considerados os “verdadeiros construtores da instituição”. 
Além de exigir o fim das perseguições, a direção do sindicato também cobra mais respeito da administração à democracia,  pois ela tem colocado em prática ações de repressão interna, utilizando de seguranças terceirizados. “Estão usando o dinheiro público para investimento na privatização das ações internas, constrangendo e desvalorizando os trabalhadores do quadro efetivo da universidade”, exclamou Lucivaldo Alves dos Santos.
O que mais revoltou o dirigente sindical é o fato da reitoria da UFMS ter mandado colocar grades em frente ao prédio da administração central, além de deslocar mais de uma dezena de vigilantes terceirizados para o local. Para Lucivaldo, esta atitude da reitora é injustificável, pois a administração deve estar ao lado de seus trabalhadores e, principalmente, da categoria estudantil, principal motivo da existência de qualquer instituição de ensino.
As declarações do dirigente sindical foram feitas durante assembleia do SISTA/MS, realizada no pátio do setor de Vigilância da universidade, localizada próxima ao prédio da Reitoria. Em sinal de protesto, os trabalhadores presentes deixaram por alguns minutos o local da assembléia e foram até à frente da Reitoria, onde deram às mãos em sinal de união e amor à instituição. O gesto dos trabalhadores demonstrou, mais uma vez, que a história e o patrimônio humano da UFMS são maiores que os atos das pessoas que se dizem administradoras da universidade.
CONTRAMÃO
Lucivaldo Alves dos Santos disse que o gesto de aumentar o efetivo de segurança no prédio da Reitoria foi muito infeliz e fora de contexto. “Justamente na semana que a imprensa noticiou o aumento de furtos e roubos dentro da Cidade Universitária, a reitora reforçou a segurança apenas no seu prédio, um contraste que evidencia mais uma vez a falta de compromisso com a categoria estudantil e com os trabalhadores da instituição”, ponderou o dirigente sindical.
JORNADA DE LUTAS
Por outro lado, os trabalhadores definiram nova jornada de luta, enfocando a jornada de 30 horas semanais e o voto paritário.        
A luta pela implantação do voto paritário é uma bandeira do SISTA/MS desde a sua criação, há quase 25 anos. Nos últimos 15 anos, o movimento dos trabalhadores fortaleceu ainda mais esta luta, liderado principalmente por integrantes da atual direção do sindicato. Além de eventos, a atual direção promoveu atos públicos e até abraços simbólicos à Reitoria, exigindo que os trabalhadores técnicos sejam valorizados no processo eleitoral da UFMS.
A coordenação do sindicato e o conjunto dos trabalhadores já demonstraram serem contra o atual sistema eleitoral, que discrimina os técnicos e estudantes e supervaloriza os docentes, numa proporção de 70% de peso no voto para eles e apenas 15% para os demais segmentos. Este sistema nefasto facilita a manipulação, favorece a pressão dos superiores e ainda incentiva o clientelismo com a troca de votos por cargos dentro da instituição, afirma os dirigentes.
Já as 30 horas nas universidades federais é outra luta antiga, mas que ainda não tinha entrado de forma definitiva no calendário de luta dos trabalhadores no MS. Além de ser uma conquista importante para a categoria, sua adoção é amparada em lei e depende apenas da vontade do reitor em concedê-la ou não. Um dos exemplos da aplicação das 30 horas semanais é a UFPEL (Universidade Federal de Pelotas-RS).

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