terça-feira, 24 de setembro de 2013
Ecetistas e bancários promovem passeata nesta tarde, no centro.
Os trabalhadores dos Correios e Telégrafos, em greve por melhores salários desde dia 17 de setembro, promoveram logo mais, às 15h00, uma passeata pelas ruas do centro da cidade. A concentração acontecerá em frente da agência central da ECT, localizada na Av. Calógeras, esquina com a Rua Dom Aquino. De lá segue pela Av. Afonso Pena, até a esquina com a rua 13 de maio, de onde se unificarão com os bancários e darão continuidade a pesseata pela Rua 14 de Julho. Mais informações: Alexandre Takashi, 67 9407 9241.
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Direção do Sista-MS cobra mais respeito e democracia por parte da reitoria da UFMS
A coordenação SISTA/MS voltou condenar as atitudes e decisões da reitoria da UFMS que estão prejudicando os trabalhadores técnico-administrativos, especialmente os mais antigos, considerados os “verdadeiros construtores da instituição”.
Além de exigir o fim das perseguições, a direção do sindicato também cobra mais respeito da administração à democracia, pois ela tem colocado em prática ações de repressão interna, utilizando de seguranças terceirizados. “Estão usando o dinheiro público para investimento na privatização das ações internas, constrangendo e desvalorizando os trabalhadores do quadro efetivo da universidade”, exclamou Lucivaldo Alves dos Santos.
O que mais revoltou o dirigente sindical é o fato da reitoria da UFMS ter mandado colocar grades em frente ao prédio da administração central, além de deslocar mais de uma dezena de vigilantes terceirizados para o local. Para Lucivaldo, esta atitude da reitora é injustificável, pois a administração deve estar ao lado de seus trabalhadores e, principalmente, da categoria estudantil, principal motivo da existência de qualquer instituição de ensino.
As declarações do dirigente sindical foram feitas durante assembleia do SISTA/MS, realizada no pátio do setor de Vigilância da universidade, localizada próxima ao prédio da Reitoria. Em sinal de protesto, os trabalhadores presentes deixaram por alguns minutos o local da assembléia e foram até à frente da Reitoria, onde deram às mãos em sinal de união e amor à instituição. O gesto dos trabalhadores demonstrou, mais uma vez, que a história e o patrimônio humano da UFMS são maiores que os atos das pessoas que se dizem administradoras da universidade.
CONTRAMÃO
Lucivaldo Alves dos Santos disse que o gesto de aumentar o efetivo de segurança no prédio da Reitoria foi muito infeliz e fora de contexto. “Justamente na semana que a imprensa noticiou o aumento de furtos e roubos dentro da Cidade Universitária, a reitora reforçou a segurança apenas no seu prédio, um contraste que evidencia mais uma vez a falta de compromisso com a categoria estudantil e com os trabalhadores da instituição”, ponderou o dirigente sindical.
JORNADA DE LUTAS
Por outro lado, os trabalhadores definiram nova jornada de luta, enfocando a jornada de 30 horas semanais e o voto paritário.
A luta pela implantação do voto paritário é uma bandeira do SISTA/MS desde a sua criação, há quase 25 anos. Nos últimos 15 anos, o movimento dos trabalhadores fortaleceu ainda mais esta luta, liderado principalmente por integrantes da atual direção do sindicato. Além de eventos, a atual direção promoveu atos públicos e até abraços simbólicos à Reitoria, exigindo que os trabalhadores técnicos sejam valorizados no processo eleitoral da UFMS.
A coordenação do sindicato e o conjunto dos trabalhadores já demonstraram serem contra o atual sistema eleitoral, que discrimina os técnicos e estudantes e supervaloriza os docentes, numa proporção de 70% de peso no voto para eles e apenas 15% para os demais segmentos. Este sistema nefasto facilita a manipulação, favorece a pressão dos superiores e ainda incentiva o clientelismo com a troca de votos por cargos dentro da instituição, afirma os dirigentes.
Já as 30 horas nas universidades federais é outra luta antiga, mas que ainda não tinha entrado de forma definitiva no calendário de luta dos trabalhadores no MS. Além de ser uma conquista importante para a categoria, sua adoção é amparada em lei e depende apenas da vontade do reitor em concedê-la ou não. Um dos exemplos da aplicação das 30 horas semanais é a UFPEL (Universidade Federal de Pelotas-RS).
LEGENDAS PARA AS FOTOS
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Comitê do Fórum Mundial de Direitos Humanos promovem reunião nesta sexta-feira, na AL
Comitê MS - Fórum Mundial de Direitos Humanos
O Comitê Local de organização do Fórum Mundial de Direitos Humanos confirmou que acontecerá no plenarinho da Assembleia Legislativa de MS, às 14 h, de 13.09 (sexta-feira).
Pauta: Organização do Fórum Mundial de Direitos Humanos - etapa de mobilização para o dia 25.09, com a presença de Raimundo Marques (responsável pelo Comitê de Organização da mobilização da Secretaria de Direitos Humanos.
A reunião realizada em 11.09 contou com a presença de entidades e movimentos que constituíram o Comitê Local, definiram priorizar a mobilização de outras entidades, conselhos, pessoas e autoridades dos poderes (executivo,legislativo e judiciário). Através de comunicação via email e correspondência oficial da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, cada participante se propôs a reforçar e ampliar a divulgação em suas respectivas redes de atuação.
Para falar com o contato do Comitê organizador - tel: 3389 6314 (Sander). - Edson José ( 8163 7166)
Entidades presentes e autoridades presentes no evento do dia 11.09.13: CDDH- Marçal de Souza - CUT/MS, RENAP, CMVJ/MS, CPT/MS , FIOCRUZ/MS, Comissão Regional de Justiça e Paz, CRP 14, Rede de Educação Cidadã,Comissão de Direitos Humanos- OAB/MS,Ong Azul, Comite da Memoria verdade e Justiça, IMNegra. Autoridades presentes: Deputados: Laerte Tetila e Pedro Kemp, mandato Amarildo Cruz.
Para saber mais acesse o link: http://www.fmdh.sdh.gov.br/index.php/sobre-evento
O Comitê Local de organização do Fórum Mundial de Direitos Humanos confirmou que acontecerá no plenarinho da Assembleia Legislativa de MS, às 14 h, de 13.09 (sexta-feira).
Pauta: Organização do Fórum Mundial de Direitos Humanos - etapa de mobilização para o dia 25.09, com a presença de Raimundo Marques (responsável pelo Comitê de Organização da mobilização da Secretaria de Direitos Humanos.
A reunião realizada em 11.09 contou com a presença de entidades e movimentos que constituíram o Comitê Local, definiram priorizar a mobilização de outras entidades, conselhos, pessoas e autoridades dos poderes (executivo,legislativo e judiciário). Através de comunicação via email e correspondência oficial da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, cada participante se propôs a reforçar e ampliar a divulgação em suas respectivas redes de atuação.
Para falar com o contato do Comitê organizador - tel: 3389 6314 (Sander). - Edson José ( 8163 7166)
Entidades presentes e autoridades presentes no evento do dia 11.09.13: CDDH- Marçal de Souza - CUT/MS, RENAP, CMVJ/MS, CPT/MS , FIOCRUZ/MS, Comissão Regional de Justiça e Paz, CRP 14, Rede de Educação Cidadã,Comissão de Direitos Humanos- OAB/MS,Ong Azul, Comite da Memoria verdade e Justiça, IMNegra. Autoridades presentes: Deputados: Laerte Tetila e Pedro Kemp, mandato Amarildo Cruz.
Para saber mais acesse o link: http://www.fmdh.sdh.gov.br/index.php/sobre-evento
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Indios Guarani-Kaiowá pedem maior presença da Sesai nas aldeias de faixa de fronteira
Cerca de 30 indígenas da etnia Guarani- Kaiowá de diversas
aldeias localizadas nos municípios de fronteira esteve reunido nesta sexta-feira
(06.09), com o coordenador da Sesai
(Secretaria de Saúde Indígena) do
Ministério da Saúde, Nelson Carmelo Olazar, reivindicando melhorias urgentes no
atendimento nas aldeias localizadas nos municípios de faixa de fronteira com o
Paraguai.
As lideranças afirmaram que a situação vem checando ao extremo
com a falta de medicamentos básicos, água potável, ambulâncias, combustíveis, bicicletas,
motos para os agentes de saúde,
enfermeiros e motoristas nos distritos que atendem as aldeias localizadas em
Caarapó, Iguatemi, Bela Vista, Amambai e
Paranhos.
Um dos medicamentos essencial que esta em falta nas unidades
de saúde é o antialérgico Maleato de Dexclorfeniramina + Betametasona,
essencial no tratamento da tosse de crianças e idosos, com os casos se agravando
neste período do ano em razão da baixa umidade relativa do ar.
A demora na manutenção e o conserto tardio das ambulâncias
que atendem as aldeias também causam transtornos às comunidades. De acordo com
o líder Guarani-Kaiowá, Otoniel Ricardo,
membro do Conselho Atyguassu (Grande Reunião) recentemente um índia perdeu o
filho que nasceu dentro da ambulância, caiu e bateu a cabeça por falta de
enfermeiro que acompanhasse a paciente.
Sem falar da falta de combustível para socorrer os casos mais urgentes.
Os Guarani-Kaiowá também reclamaram da falta de água potável
em diversas áreas mais isoladas de algumas aldeias. Por causa disso são
obrigados a consumirem água de rios e córregos sob suspeita de contaminação de
agrotóxicos.
A solução da opinião das lideranças se encontra na elaboração
de uma diagnóstico rigoroso da situação
dentro das aldeias e na cidades, principalmente nas unidades de saúde e casas
de apoio para índios em tratamento. Nelas faltam alimentação e assistência
especializada de médicos e enfermeiros.
Uma das lideranças disse que algo não está funcionando à contento em
Mato Grosso do Sul, pois ao acessar o site da Sesai, em Mato Grosso, verificou
que o atendimento e volume de ações prestados às comunidades indígenas de faixa
de fronteira é bem maior que em nosso Estado.
A abertura de concurso público com conteúdo diferenciado na
área saúde indígena é outra reivindicação apresentada pelas lideranças,
priorizando a admissão de agentes que moram nas próprias aldeias e que conhecem
a realidade dos índios nos municípios.
Outra situação que vem castigando os povos indígenas da
fronteira e a falta de convênios e parcerias transparentes com os municípios.
Os impasses políticos entre lideranças e alguns prefeitos acabam prejudicando a
assistência à saúde em razão de boicote e burocracia. “Do jeito que anda a situação temos a
impressão nada avança na Sesai. Por isso, pedimos uma reunião de trabalho
específica da Sesai com os povos Guarani-Kaiowá da fronteira,
Liderança indígenas de MS reivindicam melhorias na saúde por parte Sesai
Lideranças do Aty guassu de diversas etnias estarão reunidas hoje, às 10h00, na Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, em Campo Grande.
Na pauta cobrarão o abastecimento da farmácia com medicamentos básicos, viaturas, médicos e dentistas. De acordo o líder Guaran-Kaiowá, Otoniel Ricardo A situação de saúde nos acampamentos é precária. Falta agente de saúde e tudo mais.
Os índios também pedem abertura de concurso público diferenciado para a saúde e educação e exigem o afastamento imediato do coordenador do órgão no Estado, Nelson Carmelo.
Mais informações Otoniel Ricardo – (67) 9961-3177
Na pauta cobrarão o abastecimento da farmácia com medicamentos básicos, viaturas, médicos e dentistas. De acordo o líder Guaran-Kaiowá, Otoniel Ricardo A situação de saúde nos acampamentos é precária. Falta agente de saúde e tudo mais.
Os índios também pedem abertura de concurso público diferenciado para a saúde e educação e exigem o afastamento imediato do coordenador do órgão no Estado, Nelson Carmelo.
Mais informações Otoniel Ricardo – (67) 9961-3177
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Voto popular é para trabalhar, não para manter corruptos no Congresso
A Câmara dos Deputados decidiu manter o mandato de um deputado condenado e já preso por roubar 8 milhões de reais dos cofres públicos. Essa decisão insana nunca teria acontecido se os votos dos deputados fossem públicos! Vamos fazer desta a última vez em que o sistema duvidoso de votação secreta foi usado para resgatar um parlamentar corrupto!
Envergonhado por essa situação anti-democrática, o presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves prometeu não colocar mais nenhuma proposta de cassação na pauta até que o fim do voto secreto seja votado. Esta é a nossa chance!
Precisamos acabar com o voto secreto o mais cedo possível, ou então os parlamentares condenados no processo do Mensalão continuarão em seus mandatos – exatamente como aconteceu ontem com Donadon. Precisamos agir agora e exigir o fim do voto secreto! Quase 500 mil membros da Avaaz já se uniram à petição – vamos nos juntar a eles e entregar nossas vozes à Câmara para assegurar que os deputados acabem com o voto secreto:
https://secure.avaaz.org/po/ brazil_open_vote_nd/?bYZzkdb& v=28678
No ano passado, nós vimos o inimaginável acontecer quando – graças a seus colegas – a deputada Jaqueline Roriz escapou da cassação, mesmo depois de ter sido flagrada em vídeo colocando na bolsa dinheiro de corrupção. Culpa do voto secreto! E agora aconteceu de novo: Natan Donadon, condenado e preso por corrupção, também foi ajudado por seus colegas. É a mesma velha história, em que nos fazem de palhaços.
Na teoria, o voto secreto existe para garantir que parlamentares não sejam alvo de ameaças e mantenham sua independência ao representar os eleitores. Atualmente, porém, é apenas mais uma ferramenta usada por nossos políticos para salvar a própria pele e atender aos próprios interesses. O voto aberto não só fará com que os deputados sejam responsáveis por aquilo que fazem no Congresso, mas também com que seja possível para nós exigir as mudanças que queremos para o país. Ou o Congresso acaba com voto secreto ou o voto secreto acaba com o Congresso.
Todo mundo está falando sobre isso hoje. A imprensa também está indignada com o que aconteceu e há um grande número de parlamentares apoiando a proposta do voto aberto.Vamos exigir que o deputado Henrique Eduardo Alves coloque urgentemente o voto aberto na pauta, enquanto todos estão de olho e antes que esse momento acabe:
https://secure.avaaz.org/po/ brazil_open_vote_nd/?bYZzkdb& v=28678
Nossa incrível comunidade está crescendo rapidamente e no epicentro das maiores mudanças que estamos presenciando em nosso país: ao longo dos últimos 18 meses, lideramos a luta contra o sistema de votação secreta que estraga nossa democracia. Vamos usar este momento para acabar com ele de uma vez por todas e criar a política limpa e transparente que merecemos. Podemos conseguir esta vitória!
Com esperança e determinação,
Carol, Nádia, Diego, Alex, Maria Paz, Laura, Ricken e toda a equipe da Avaaz
MAIS INFORMAÇÕES:
Câmara afronta decisão do STF e livra deputado-presidiário da cassação (Folha de S. Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br/ poder/2013/08/1333663-camara- afronta-decisao-do-stf-e- livra-deputado-presidiario-da- cassacao.shtml
Henrique Alves: ‘Com voto secreto, não coloco mais em votação nenhum pedido de cassação’ (UOL)
http://josiasdesouza. blogosfera.uol.com.br/2013/08/ 29/henrique-alves-com-voto- secreto-nao-coloco-mais-em- votacao-nenhum-pedido-de- cassacao/
Decisão abre brecha que pode favorecer condenados no mensalão (Estadão)
http://www.estadao.com.br/ noticias/impresso,decisao- abre-brecha-que-pode- favorecer-condenados-no- mensalao-,1069064,0.htm
Conheça os deputados que faltaram à sessão para cassar Natan Donadon (UOL)
http://fernandorodrigues. blogosfera.uol.com.br/2013/08/ 29/conheca-os-deputados-que- faltaram-a-sessao-para-cassar- natan-donadon/
Voto secreto em votações da Câmara estimula conivência com o crime (Rádio CBN)
http://cbn.globoradio.globo. com/comentaristas/kennedy- alencar/2013/08/29/VOTO- SECRETO-EM-VOTACOES-DA-CAMARA- ESTIMULA-CONIVENCIA-COM-O- CRIME.htm#ixzz2dNGG7Jbl
Câmara decide manter o mandato de Natan Donadon (O Globo)
http://oglobo.globo.com/pais/ camara-decide-manter-mandato- de-natan-donadon-9724715
Envergonhado por essa situação anti-democrática, o presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves prometeu não colocar mais nenhuma proposta de cassação na pauta até que o fim do voto secreto seja votado. Esta é a nossa chance!
Precisamos acabar com o voto secreto o mais cedo possível, ou então os parlamentares condenados no processo do Mensalão continuarão em seus mandatos – exatamente como aconteceu ontem com Donadon. Precisamos agir agora e exigir o fim do voto secreto! Quase 500 mil membros da Avaaz já se uniram à petição – vamos nos juntar a eles e entregar nossas vozes à Câmara para assegurar que os deputados acabem com o voto secreto:
https://secure.avaaz.org/po/
No ano passado, nós vimos o inimaginável acontecer quando – graças a seus colegas – a deputada Jaqueline Roriz escapou da cassação, mesmo depois de ter sido flagrada em vídeo colocando na bolsa dinheiro de corrupção. Culpa do voto secreto! E agora aconteceu de novo: Natan Donadon, condenado e preso por corrupção, também foi ajudado por seus colegas. É a mesma velha história, em que nos fazem de palhaços.
Na teoria, o voto secreto existe para garantir que parlamentares não sejam alvo de ameaças e mantenham sua independência ao representar os eleitores. Atualmente, porém, é apenas mais uma ferramenta usada por nossos políticos para salvar a própria pele e atender aos próprios interesses. O voto aberto não só fará com que os deputados sejam responsáveis por aquilo que fazem no Congresso, mas também com que seja possível para nós exigir as mudanças que queremos para o país. Ou o Congresso acaba com voto secreto ou o voto secreto acaba com o Congresso.
Todo mundo está falando sobre isso hoje. A imprensa também está indignada com o que aconteceu e há um grande número de parlamentares apoiando a proposta do voto aberto.Vamos exigir que o deputado Henrique Eduardo Alves coloque urgentemente o voto aberto na pauta, enquanto todos estão de olho e antes que esse momento acabe:
https://secure.avaaz.org/po/
Nossa incrível comunidade está crescendo rapidamente e no epicentro das maiores mudanças que estamos presenciando em nosso país: ao longo dos últimos 18 meses, lideramos a luta contra o sistema de votação secreta que estraga nossa democracia. Vamos usar este momento para acabar com ele de uma vez por todas e criar a política limpa e transparente que merecemos. Podemos conseguir esta vitória!
Com esperança e determinação,
Carol, Nádia, Diego, Alex, Maria Paz, Laura, Ricken e toda a equipe da Avaaz
MAIS INFORMAÇÕES:
Câmara afronta decisão do STF e livra deputado-presidiário da cassação (Folha de S. Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br/
Henrique Alves: ‘Com voto secreto, não coloco mais em votação nenhum pedido de cassação’ (UOL)
http://josiasdesouza.
Decisão abre brecha que pode favorecer condenados no mensalão (Estadão)
http://www.estadao.com.br/
Conheça os deputados que faltaram à sessão para cassar Natan Donadon (UOL)
http://fernandorodrigues.
Voto secreto em votações da Câmara estimula conivência com o crime (Rádio CBN)
http://cbn.globoradio.globo.
Câmara decide manter o mandato de Natan Donadon (O Globo)
http://oglobo.globo.com/pais/
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
PIG CORRÓI HEGEMONIA DA DILMA. GLOBO VAI GANHAR A GUERRA?
Publicado em 28/01/2013

Saiu na Carta Capital – http://www.cartacapital.com.br/ – importante entrevista de Gilberto Carvalho com um balanço dos dez anos de PT no Governo.
Trata-se de uma melancólica admissão da impotência dos Governos trabalhistas para chegar ao povo, por causa da interdição do PiG (*).
O PiG trancou o Governo numa sala de tortura.
Não se ouve nada do lado de fora.
Segundo o secretário-geral da Presidência da República, com o tempo, a persistência Golpista da minoria vai minar a hegemonia do PT.
O governo fala pouco – diz ele.
Quem manda não ter uma Ley de Medios ?
É possível que a ficha da Dilma tenha caído - foi o que ela demonstrou em rede nacional de tevê, ao desmentir o apagão urubólico: nunca dantes a Presidenta tinha desafiado a Globo.
Basta ?
Gilberto Carvalho parece achar que não:
GC – … A expressão na comunicação é das minorias, não há expressão do pensamento da maioria. E dramático. Nós não conseguimos produzir um movimento no País que gerasse mobilização, novos valores, nova cultura. E aí, quando digo nós, faço uma distinção. E menos o governo, mais os movimentos sociais. Eu considero um milagre a gente ter ganho o governo, ter conseguido governar, fazer uma reeleição e depois uma eleição da Dilma. É um milagre ante o bombardeio diário que a gente sofre. Esse milagre só ocorreu pela transformação do País. Agora, há um limite. A persistência desses movimentos ideológicos pode fragilizar nossa relação com o povo, a compreensão do nosso projeto e o apoio ao nosso projeto. Por isso reclamo a necessidade de um movimento mais amplo.
CC: Há nos movimentos sociais, no entanto, uma visão de que a mobilização é tarefa do governo. Por que o governo não a cumpre?
GC: O governo cumpre parcialmente. Trabalha, dialoga, as conferências continuam. O estilo pessoal de Dilma é diferente do estilo de Lula, em termos de comunicação, mas a filosofia geral, de chamar à participação, de um modo ou de outro, prosseguiu. Agora, a gente não cumpre em sintonia porque é governo múltiplo com visões bastante diferentes internamente. Nem todo mundo no governo tem essa preocupação. Então, isso dificulta a nossa ação.
(…)
CC: Então, sem essa “busca ativa”, que no seu entender cabe primordialmente aos movimentos sociais, o projeto petista está ameaçado?
GC: A palavra “ameaçado” é um pouco forte para o momento. Eu diria que pode estar ameaçado a médio prazo. O cidadão comum é bombardeado. Nós acabamos de ver agora: criou-se um apagão que nunca existiu e isso se transformou numa crise. Se você lê os jornais, o Brasil está na bancarrota, a inflação está disparando. O martelar dessa visão, acompanhada de uma visão ideológica do individualismo, da violência, do consumismo, eu receio que comece, num determinado momento, a minar as bases de um projeto como o nosso. Não acho que se trata de algo iminente, relativa a 2014, conquanto valha a ressalva de que não podemos garantir uma eleição tranquila em2014. É coisa de médio prazo.
(…)
CC: O que pesa mais para o eleitor quando ele olha o governo: a transformação social ou a tese de que a essência do governo é a corrupção, sustentada no “mensalão”?
GC: O resultado das eleições de 2012 e a continuidade do apoio ao governo detectado nas pesquisas mostram que o eleitor não é tão permeável quanto certos setores da opinião pública sonhariam, à narrativa de que o PT é o inventor da corrupção e o mais corrompido. Mas cabe ter preocupação. Não pegou agora, mas não sei daqui a pouco, com tanta insistência. Me incomoda a gente apanhar tanto e reagir tão pouco. Me incomoda a gente ter a maioria dos meios de comunicação dando essa leitura da realidade e a gente não enfrentar um debate público. Nos falta iniciativa. E quando falo nós, não é só o governo. O governo fala pouco, mas na sociedade me impressiona também a falta de debates, de enfrentamento, por parte de intelectuais, de partidos mais à esquerda, movimentos sociais. Mesmo no Parlamento há um déficit. Não estamos na melhor fase de expressão e debates.
(…)
Eu considero um milagre a gente ter ganho o governo, ter conseguido governar, fazer uma reeleição e depois uma eleição da Dilma.
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Saiu na Carta Capital – http://www.cartacapital.com.br/ – importante entrevista de Gilberto Carvalho com um balanço dos dez anos de PT no Governo.
Trata-se de uma melancólica admissão da impotência dos Governos trabalhistas para chegar ao povo, por causa da interdição do PiG (*).
O PiG trancou o Governo numa sala de tortura.
Não se ouve nada do lado de fora.
Segundo o secretário-geral da Presidência da República, com o tempo, a persistência Golpista da minoria vai minar a hegemonia do PT.
O governo fala pouco – diz ele.
Quem manda não ter uma Ley de Medios ?
É possível que a ficha da Dilma tenha caído - foi o que ela demonstrou em rede nacional de tevê, ao desmentir o apagão urubólico: nunca dantes a Presidenta tinha desafiado a Globo.
Basta ?
Gilberto Carvalho parece achar que não:
GC – … A expressão na comunicação é das minorias, não há expressão do pensamento da maioria. E dramático. Nós não conseguimos produzir um movimento no País que gerasse mobilização, novos valores, nova cultura. E aí, quando digo nós, faço uma distinção. E menos o governo, mais os movimentos sociais. Eu considero um milagre a gente ter ganho o governo, ter conseguido governar, fazer uma reeleição e depois uma eleição da Dilma. É um milagre ante o bombardeio diário que a gente sofre. Esse milagre só ocorreu pela transformação do País. Agora, há um limite. A persistência desses movimentos ideológicos pode fragilizar nossa relação com o povo, a compreensão do nosso projeto e o apoio ao nosso projeto. Por isso reclamo a necessidade de um movimento mais amplo.
CC: Há nos movimentos sociais, no entanto, uma visão de que a mobilização é tarefa do governo. Por que o governo não a cumpre?
GC: O governo cumpre parcialmente. Trabalha, dialoga, as conferências continuam. O estilo pessoal de Dilma é diferente do estilo de Lula, em termos de comunicação, mas a filosofia geral, de chamar à participação, de um modo ou de outro, prosseguiu. Agora, a gente não cumpre em sintonia porque é governo múltiplo com visões bastante diferentes internamente. Nem todo mundo no governo tem essa preocupação. Então, isso dificulta a nossa ação.
(…)
CC: Então, sem essa “busca ativa”, que no seu entender cabe primordialmente aos movimentos sociais, o projeto petista está ameaçado?
GC: A palavra “ameaçado” é um pouco forte para o momento. Eu diria que pode estar ameaçado a médio prazo. O cidadão comum é bombardeado. Nós acabamos de ver agora: criou-se um apagão que nunca existiu e isso se transformou numa crise. Se você lê os jornais, o Brasil está na bancarrota, a inflação está disparando. O martelar dessa visão, acompanhada de uma visão ideológica do individualismo, da violência, do consumismo, eu receio que comece, num determinado momento, a minar as bases de um projeto como o nosso. Não acho que se trata de algo iminente, relativa a 2014, conquanto valha a ressalva de que não podemos garantir uma eleição tranquila em2014. É coisa de médio prazo.
(…)
CC: O que pesa mais para o eleitor quando ele olha o governo: a transformação social ou a tese de que a essência do governo é a corrupção, sustentada no “mensalão”?
GC: O resultado das eleições de 2012 e a continuidade do apoio ao governo detectado nas pesquisas mostram que o eleitor não é tão permeável quanto certos setores da opinião pública sonhariam, à narrativa de que o PT é o inventor da corrupção e o mais corrompido. Mas cabe ter preocupação. Não pegou agora, mas não sei daqui a pouco, com tanta insistência. Me incomoda a gente apanhar tanto e reagir tão pouco. Me incomoda a gente ter a maioria dos meios de comunicação dando essa leitura da realidade e a gente não enfrentar um debate público. Nos falta iniciativa. E quando falo nós, não é só o governo. O governo fala pouco, mas na sociedade me impressiona também a falta de debates, de enfrentamento, por parte de intelectuais, de partidos mais à esquerda, movimentos sociais. Mesmo no Parlamento há um déficit. Não estamos na melhor fase de expressão e debates.
(…)
Em tempo do amigo navegante Nabor:
28 de janeiro de 2013
Ley de Medios já, claro, de acordo com a idéia do Franklin Martins:
Qualquer marco regulatório, segundo Franklin, tem que conter:
1) político não pode ter concessão de rádio-difusão; na verdade, ninguém que tenha foro especial;
2) concessionário não pode vender horário, não pode fazer sub-concessão;
3) concessão não pode ser vendida;
4) Conselho de Comunicação Social tem que funcionar;
5) a rede tem que ser neutra: o dono não pode levar vantagem;
6) o acesso tem que ser universal.
Ao defender que o Governo assuma a liderança do debate público e transparente sobre o novo marco, Franklin acredita que há um terreno comum, que reúne todos em torno de uma nessa de negociação: a Constituição.
Todos têm que assumir o compromisso de que nada se fará à revelia da Constituição.
28 de janeiro de 2013
Ley de Medios já, claro, de acordo com a idéia do Franklin Martins:
Qualquer marco regulatório, segundo Franklin, tem que conter:
1) político não pode ter concessão de rádio-difusão; na verdade, ninguém que tenha foro especial;
2) concessionário não pode vender horário, não pode fazer sub-concessão;
3) concessão não pode ser vendida;
4) Conselho de Comunicação Social tem que funcionar;
5) a rede tem que ser neutra: o dono não pode levar vantagem;
6) o acesso tem que ser universal.
Ao defender que o Governo assuma a liderança do debate público e transparente sobre o novo marco, Franklin acredita que há um terreno comum, que reúne todos em torno de uma nessa de negociação: a Constituição.
Todos têm que assumir o compromisso de que nada se fará à revelia da Constituição.
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