quarta-feira, 23 de outubro de 2024
Candidatas à prefeitura de Campo Grande assumem discurso anti-PT, mas incorporam a agenda do Modo Petista de Governar
sexta-feira, 16 de agosto de 2024
Candidatura de Camila surge de construção coletiva e pode surpreender a eleição em Campo Grande
Camila trabalha para conquistar votos de Lula
A Cientista Social Camila Jara pelo PT é a única
alternativa de esquerda na disputa pela Prefeitura de Campo Grande. Referenciada por currículo de carreira
meteórica, cumprindo apenas dois anos de mandato de Vereadores do município e
uma eleição surpreendente para deputada
federal, agora atenta furar o dos velhas raposas políticas que
historicamente se revezam no comando do Executivo.
A pesquisa encomendadas até o presente momento, sem dúvida não refletem o desempenho das candidaturas do PT na capital sul-mato-grossense, até mesmo em momentos de refluxos observados no período ostracismo do PT no quadriênio Bolsonaro e seus seguidores. Em 2022, a candidata a governadora pela legenda, Giselle Marques (agora candidata a vereadora) obteve o percentual de 6,92% dos votos válidos (34.032 votos), ficando em 6º lugar na disputa. O percentual é semelhante ao desempenho de Camila nas urnas de Camila na eleição para deputada federal, com aproximadamente 45 mil votos. Estes indicadores mostram um eleitorado cativo à legenda de esquerda em Campo Grande.
Outro indicativo a ser notado, é o comportamento de setores da imprensa de Campo Grande na tentativa constante, premeditada de desconstrução da candidatura petista, o que mostra certo temor junto as demais candidaturas em disputa, empurradas pelo financiamento publicitário estatal do Estado, da Prefeitura de Campo Grande e demais poderes paralelos .
A coerência política, o preparo intelectual de Cientista Social, o uso inteligente das redes sociais, as realizações dos mandatos, respaldados pelo volume de recursos de emendas trazidas do Governo Federal para Mato Grosso do Sul, faz frente as fórmulas viciadas, de uso do dinheiro público, que não é o fundo partidário. Consagra a habilidade política da estreante na Câmara dos Deputados e junto à esfera federal. Tudo isso,em apenas dois anos de mandato, sem a cobrança do tradicional pedágio, intriga outras legendas, pois inova na forma de fazer política.
A experiência da juventude por duas eleições sucessivas sem o uso da máquina, somada a experiência política do pré-candidato a vice, deputado estadual Zeca do PT, celebra a união interna do velho e do novo PT, visto que o parlamentar tem o currículo respeitável, como um dos melhores governadores do Estado. Ambas as candidaturas materializam a alternativa política da Federação Brasil Esperança para Campo Grande. Com o apoio dos bons resultados do Governo Lula, o projeto petista deixa, sem dúvida os demais candidatoss eleitores que anseiam por renovação e mudança na Prefeitura de Campo Grande. Quem apostou na desistência da candidatura perdeu a Dama na peça do tabuleiro.
quinta-feira, 26 de maio de 2022
Filme Pureza mostra a face nefasta do trabalho escravo no Brasil
Filme Pureza mostra o escárnio do trabalho escravo no País
O filme Pureza, dirigido pelo diretor Renato Barbiere, em exibição em duas sessões no Cinemark de Campo Grande, mostra a face nefasta da prática desumana do trabalho na zonal rural da Amazônia. Inspirado em fatos reais, Pureza (Dira Paes), principal protagonista, embrenha-se numa fazenda na região de Marabá, no Pará, a procura do filho Abel (Matheus abreu). Antes da arriscada aventura, ambos já eram submetidos à exploração nas olarias da região amazônica.
Com determinação, a partir de informação de uma garota de programa, consegue informação do sobre o "Gato" (empreiteiro) que recruta trabalhadores. É selecionada como cozinheira. Na fazenda, Pureza convive com as péssimas condições de trabalho que vão do consumo de água de açude, habitação de pau a pique, dívida no armazém, falta de pagamento de salários, ameaças e execução de trabalhadores por jagunços, contra insurgentes às condições do patrão, criador de gado.
Disposta a denunciar as práticas a abusivas usa da sedução do capataz gerente para retornar a Marabá. Com apoio de um padre da igreja católica ligada a Comissão Pastoral da Terra (CPT) consegue apresentar a situação em um fórum contra o trabalho escravo. A veracidade do seu depoimento é questionada por representante do poder judiciário devido a falta de provas. Indignada, com a ajuda do padre volta à fazenda, fotografa e grava depoimentos orientada por uma fiscal de trabalho. Na fuga empreendida e baleada mas sobrevive.
Com as provas irrefutáveis volta ao fórum e em razão das fortes denúncias força a criação de um grupo especial para o combate ao trabalho escravo, determinada pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso. A movimentação se desdobra em fiscalização na fazenda, cujo o empresário contava com a proteção do estafe político do Pará no Senado Federal. Na diligência finalmente encontra o filho em condições deploráveis.
Em razão da coragem, Pureza recebe prêmio internacional para mostrar a perversidade ainda presente no campo e na cidades brasileiro, prática ainda presente na Amazônia Legal, carvoarias e aqui em Mato Grosso do Sul, na região Pantaneira.
Vale a pena conferir no cinema. Porém fique atentos, pois os horários de exibição, 14h30 e 22h são para o público não assistir. Um tentativa sórdida de silenciar o tema, uma vez que põe em cheque a crueldade e as contradições do mundo do trabalho em nosso País.
sexta-feira, 9 de junho de 2017
O Judiciário também é palco de simulação
terça-feira, 20 de setembro de 2016
Enquanto a economia despenca, bancos seguem com lucros elevados e reduzem postos de trabalho e agências
| www.diee |
terça-feira, 23 de agosto de 2016
Alex e Mário prestam apoiam a Carta de Mato de Grosso do Sul contra o PLP/257 e PEC 241/2016
![]() |
| Alex do PT saúde presidente da CUT-MS, Genilson Duarte |
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
Guarani-Kaiowa acampados temem mais ataques violentos no feriado de carnaval
dos poderes constituídos, mais uma vez acontece uma sucessão de ataques violentos dos ruralistas aos acampamentos de retomada dos Kaiowa e dos Guarani no Mato Grosso do Sul, local em que
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
Luta guerreiro contra opressão
veja no rosto infantil do Guarani-Caiuá a
e clama por libertação.
terça-feira, 16 de junho de 2015
Em Documento 'Louvado Seja' papa condena degradação ambiental
Ao falar neste domingo (14) na praça São Pedro, no Vaticano, o papa Francisco pediu que se renove a atenção sobre a degradação e a recuperação ambiental em cada país e anunciou que sua encíclica terá como tema o ambiente.
Segundo Francisco, o documento é dirigido a todos, e não apenas aos cristão.
"Essa encíclica é dirigida a todos aqueles que podem receber sua mensagem e crescer em responsabilidade para com a casa comum que Deus nos confiou."
Esta será a primeira encíclica feita totalmente pelo papa Francisco. A anterior ele apenas teve de completar, pois grande parte havia sido escrita por seu antecessor, Bento 16.
O título da encíclica, a primeira dedicada especificamente ao tema do meio ambiente, será "Laudato Si" (Louvado Seja).
A revelação casou expectativas. O jornal britânico "The Guardian" informou que esta é a "carta papal mais aguardade em décadas".
A representante das Nações Unidas nas negociação sobre o clima, Christiana Figueres, afirmou que a encíclica poderá ter um impacto muito grande.
"Ela vai falar sobre o imperativo moral de, no tempo certo, fazer frente às alterações climáticas para proteger os mais vulneráveis", afirmou.
ONU
No sábado (13), o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, esteve no Vaticano para um encontro com o papa Francisco.
A tema do encontro entre as duas instituições globais, que têm um passado discordante --mas que parecem ter encontrado alguns interesses mútuos--, seria a pobreza em todo o mundo.
Mas, em uma conversa informal com o dirigente da ONU e seus conselheiros, o papa mudou o foco da discussão para "ambiente" e destacou que a degradação ambiental é mais profunda nos países mais pobres.
O lançamento da encíclica vai acontecer em um ano com várias reuniões internacionais sobre o tema.
A mais importante será a Conferência sobre Mudança Climática das Nações Unidas, que está programada para ocorrer em dezembro, em Paris, França.
Folha de São Paulo - 15/06
segunda-feira, 16 de março de 2015
Protestos abrem janela para Dilma aprofundar compromissos com sua base social
É salutar para a democracia os protestos de 15 de Março. Agora não dá para agradar gregos e troianos. Em que pese meia dúzia de bandeiras propositivas ficou marcado ódio contra o PT, Lula e Dilma e protesto daqueles que ainda não aceitaram a derrota nas urnas.
terça-feira, 18 de novembro de 2014
PITACOS DO JARA NOS BASTIDORES DA POLÍTICA
PT de Campo Grande promove mudanças
Depois do resultado difícil de engolir do candidato a Governador, Delcidio do Amaral, o PT de Campo Grande, já discute mudanças e substituição no comando político do partido. Entre os motivos alianças no campo aliado sem densidade eleitoral, a custo de ouro e o gelo na militância petista no 1º turno, sem qualquer parâmetro ético. As portas fechadas, o lava roupa vai acontecer nesta quarta-feira.
Eleição da Cassems já suscita interessados
A eleição para nova direção da Cassems já suscita muitos interessados, pois a empresa de autogestão movimenta uns bons milhões mensais. Três grupos estão se movimento para colocar a mão no cofre e tira dividendos do alcance politico da sua gestão, vide o bom desempenho do atual presidente, RicardoAyache, na vaga do senado. De ilustre desconhecido, o médico já começa alçar vôos maiores, em foco a Prefeitura de Campo Grande
Depois tem mais, novidades, aguardem.
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Fundador da Rede Sustentabilidade declara voto em Dilma

Fundador da Rede Sustentabilidade declara voto em Dilma
O
auditor fiscal da Receita Charles Alcântara participa da Rede
Sustentabilidade desde as discussões iniciais que resultaram na sua
criação. Também foi um dos seus coordenadores nacionais e trabalhou
firme na coleta de assinaturas para viabilizar o registro eleitoral, o
que acabou não acontecendo. Esta semana, porém, decidiu retirar seu
apoio à candidatura de Marina Silva pelo PSB.
Em entrevista à Carta Maior, ele declara que irá votar na presidenta Dilma Rousseff, candidata pelo PT à reeleição. “O governo da Dilma também cede ao receituário neoliberal. A diferença é que a Dilma não cede a isso porque acredita na receita, mas porque não há força suficiente na sociedade para enfrentar, para subverter este sistema. Isso é diferente de aderir a ele com a convicção de que é o melhor caminho, como a Marina vem dando demonstrações explícitas e efetivas que o fez. (...) Isso significa que Marina vai apertar ainda mais, com mais arrojo salarial e juros mais alto”, afirma.
Confira a íntegra da entrevista:
Carta Maior - Apesar de ser um dos fundadores da Rede Sustentabilidade e ter assumido a coordenação nacional do pretenso partido, você retirou seu apoio à candidatura de Marina. Por quê?
Charles Alcântara - Até por dever de ofício, já que sou auditor da Receita, é muito caro para mim saber como são alocados os recursos provenientes da sociedade através dos impostos. Então, o fundamento da minha crítica à Marina é justamente o fato dela ter aderido a essa lógica neoliberal de perseguir um conceito de “estabilidade” a um custo social muito alto. A Marina converteu-se a esse pensamento e isso está muito evidente. Eu não sei se essa conversação vem de mais tempo e eu não tinha percebido, mas muito recentemente ela fez declarações muito definitivas sobre a linha econômica que vai seguir, e isso para mim foi fundamental.
Existe um consenso na sociedade de que diminuir gasto público é um crime. E eu não concordo com essa lógica. Não estou falando de gastos com educação e saúde, lógico. Mas concordaria em reduzir o gasto com a dívida pública, por exemplo, que é sagrado, intocado. É o maior gasto do país e o maior responsável pela desigualdade social. Mas, em nome do famigerado superávit primário, quase um deus para os neoliberais, se tira recurso das áreas primárias para saldar a dívida pública. E quando a Marina se propõe a fazer isso e ainda critica a Dilma por desarrochar a política econômica, significa que ela irá apertar ainda mais, com mais arrocho salarial, jutos mais altos e etc.
Então, ela precisa pelo menos dizer para a sociedade, para quem ela está pedindo apoio e voto, que há um custo alto desta medida. E não fazer como o Aécio, que diz que não se furtaria a tomar medidas amargas, mas, quando perguntado, não responde quais medidas são essas. Quem está pedindo o voto das pessoas precisa ser honesto com elas. Precisa dizer que medidas amargas são estas. E, principalmente, amargas para quem. A Marina não fala em medidas amargas, mas o discurso é o mesmo do Aécio: apertar no tripé, institucionalizar a autonomia do Banco Central. Isso, definitivamente, me impede de continuar com ela.
CM – Na Rede sustentabilidade, vocês chegaram discutir que modelo econômico apoiar?
CA - Sou fundador da Rede, participei inclusive das discussões que levaram a sua criação, compus a primeira coordenação nacional e fui porta-voz da Rede no Pará. Mas as discussões a este respeito foram muito embrionárias, porque estávamos muito focados em conseguir as assinaturas para ter o registro da rede. Não chegamos ao ponto de discutir programa da Rede, porque sequer tínhamos um partido. O que discutimos foram princípios estatutários da Rede, princípios para a antecipação de uma eventual reforma política. Havia indícios de discussão programática, e eu já me posicionava internamente, desde aquela época, contra qualquer inclinação da Rede de sustentar as formulas neoliberais. Eu tensionei internamente, inclusive com documentos, já propondo desde aquela época um seminário da Rede sobre programa econômico. Tudo bem levarem o Eduardo Gianette e o André Lara Rezende [economistas identificados com o receituário neoliberal tucano], mas eu queria que levassem também economistas de outras escolas. Porque não dá para discutir apenas com o “pensamento único”. Acontece que, quando houve o indeferimento da Rede em outubro e, logo em seguida, a decisão de aliança com o PSB, eu divergi e me afastei da coordenação da Rede. Então, eu não tenho elementos para dizer como se deu o debate interno entre Rede e PSB.
CM - Por que você divergiu da decisão da Rede de se aliar com o PSB?
CA - Eu achei que a Marina deveria manter-se sem partido, que isso tinha mais coerência com a nova política. Tudo bem, ela não seria candidata, mas não se faz política só seno candidato. Você faz política emitindo sua opinião. A Marina poderia exercer um papel político importante no cenário nacional, ela é uma liderança nacional, mesmo não disputando a eleição e até mesmo denunciando a forma como a Rede foi indeferida por um excesso de preciosismo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na minha avaliação, o PSB não representa a nova política. No Pará, por exemplo, é um partido familiar, que passa de pai para filho. Eu não tinha a menor condição de acompanhá-la no PSB. Até porque eu não iria me reconhecer naquele partido. Então, eu divergi e me afastei. Mas sem fazer alarde, sem fazer um debate público. Mas, apesar disso, eu estava inclinado a apoiá-la. Acontece que tem coisas da velha política de que não abro mão, como a convicção. Porque pra defender uma candidatura, é preciso acreditar nela. É fundamental que não seja por conveniência, por adesismo, por cálculo político.
CM - Um possível governo Marina pode ser melhor para a maioria do povo brasileiro do que um segundo mandato de Dilma?
CA - Eu tenho profundas críticas ao governo Dilma. Mas eu não posso negar que é um governo extremamente includente, que melhorou a vida de milhões de brasileiros que vivam esquecidos pelos governos anteriores. Não que isso seja suficiente para mudar a desigualdade que marca nossa sociedade. O governo da Dilma também cede ao receituário neoliberal. A diferença é que a Dilma não cede a isso porque acredita na receita, mas porque não há força suficiente na sociedade para enfrentar, para subverter este sistema. Isso é diferente de aderir a ele com a convicção de que é o melhor caminho, como a Marina vem dando demonstrações explícitas e efetivas que o fez. Ela critica a Dilma justamente por não ter aderido ao neoliberalismo como ela acha que deveria. Ora bolas, isso quer dizer que Marina vai apertar ainda mais, apesar de não ser honesta o suficiente para admitir isso para a sociedade.
CM - Sua crítica à Marina é fundamentalmente econômica?
CA – Sim. Outra coisa que me tocou profundamente no discurso da Marina foi essa história de que ela vai reunir todas as pessoas de bem na mesma mesa pra discutir o Brasil. Porque, pela primeira vez, a Marina disputa uma eleição com condições de ganhá-la. É isso é diferente da eleição passada, quando ela estava em terceiro lugar. Ela está mais exposta, sujeita a mais questionamentos, sendo submetida a uma bateria de questões que não foram perguntadas antes. E não dá para unir todas as pessoas de bem no mesmo projeto. Não me parece uma coisa de quem está, de fato, sintonizada com nossa realidade social e política. Não há como governar sequer um condomínio sem contrariar interesses. Imagina um país complexo, com uma série de conflitos e tensões. Não tem jeito. Os interesses dos banqueiros não são convergentes com os interesses de quem está atravessando dificuldades, de quem precisa de saúde pública, de quem carece de mais qualidade na educação. Não tem como. É uma coisa ecumênica demais para mim. E não é a religião que vai governar o país. Se eleita, ela vai ter que governar com o Sarney [ex-presidente do PMDB], com o Renan [Calheiros, presidente do Senado, também do PMDB]. Ou ela acha que não vai? Ela já está com Heráclito e Bornhausen, dois legítimos representantes da velha política. E vai ter que ceder cada vez mais. Aliás, já cedeu para o Malafaia [o pastor que preside a Assembleia de Deus], e nem governa ainda.
CM - Sua posição teve impacto entre seus companheiros da Rede? Já recebeu manifestações favoráveis ou contrárias?
CA - Eu até me surpreendi. Não sou uma figura pública, embora seja conhecido da militância pelos espaços públicos que ocupei no governo Ana Júlia [ele foi secretário da Casa Civil da governadora do PT no Pará] e como sindicalista da área do Fisco [foi presidente do Sindfisco Pará e hoje é diretor da Fenafisco]. Eu publiquei um texto no meu Facebook para justificar minha posição, e fiquei muito surpreso com a repercussão disso entre muitos companheiros e jornalistas. Recebi as manifestações de muitos militantes intermediários da Rede, digamos assim.
Alguns discordaram de mim, mas uma parte concordou comigo e já está desembarcado. Eu não tive a pretensão de convencer ninguém. Não convoquei ninguém pra discutir posição coletiva. Foi uma posição solitária em um espaço meu. Quem quiser concordar, concorde. Quem quiser discordar, discorde. Quem quiser me atacar, me ataque. Tudo isso faz parte. Mas várias pessoas estão concordando comigo.
CM - A Marina vinha afirmando que permaneceria no PSB somente até a Rede conseguir o registro eleitoral. Essa semana, porém, ela voltou atrás e disse, na sabatina do G1 que, se eleita, vai ficar no PSB até o final do mandato. Como você vê o futuro da Rede sem sua principal líder?
CA - Eu não sabia disso, mas prefiro não opinar sobre o futuro da Rede, porque ainda está tudo muito confuso. Agora, o mais importante é nos concentrarmos nas eleições, é percebermos que, a grosso modo, tem dois projetos disputando o país: um genuinamente neoliberal, que é o de Marina e o de Aécio, e um outro que conflita com o modelo neoliberal, que é do da Dilma. Um projeto que também está amarrado com o neoliberalismo, porque é isso o que quer nossa sociedade, mas que tenciona com ele. Ao mesmo tempo que adere, também nega. Então, tem uma relação conflituosa com ele.
CM - Você vai votar na Dilma?
CA – Então, o próximo passo é decidir... Aliás, eu vou sim. E te digo isso em primeira mão. Eu saí do PT em 2010, mas uma das coisas mais lamentáveis que considero na nossa sociedade é este sentimento antipetista. Uma coisa tão absurda, doentia. Eu não sou antipetista, mas ex-petista. Não tenho nenhuma relação de mágoa ou ressentimento com o partido. Pelo contrário. Minhas divergências com o PT se deram no campo político. Eu deixei no partido muitos amigos, pessoas admiráveis que eu respeito e que eu sei que querem construir um país melhor, um mundo melhor. Então, eu não tenho nenhum constrangimento em declarar meu voto à Dilma. Ao contrário, eu ficaria constrangido de continuar com Marina nessas condições. Eu ficaria envergonhado de continuar com ela sem acreditar, embora respeite sua pessoa.
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Campanha do Plebiscito pela Reforma Eleitoral aberta oficialmente em Campo Grande
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Filme patrocinado pelo FIC reforça preconceitos da elite agrária de MS
|
19 de ago (Há 2 dias)
![]() | |||
quarta-feira, 30 de julho de 2014
Taxa de desemprego em relativa estabilidade, avalia DIESEE
A taxa de desemprego total manteve-se relativamente estável, passando de 10,9%, em maio, para os atuais 10,8%. O total de ocupados foi estimado em 18.582 mil pessoas e a População Economicamente Ativa (PEA) em 20.835 mil. A taxa de desemprego total diminuiu em Porto Alegre e Belo Horizonte, aumentou em Salvador e permanecer relativamente estável em Fortaleza, Recife e São Paulo.
O nível de ocupação aumentou no setor de Serviços, com a criação de 34 mil postos de trabalho, e na Indústria de Transformação, com 29 mil. A retraça foi identificada no Comércio e Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, que eliminou 41 mil postos de trabalho. O setor da Construção não variou.
O número de assalariados aumentou em 0,4%. No setor privado, ampliou-se o assalariamento com carteira de trabalho assinada (0,4%) e ficou estável o sem carteira assinada. O contingente de autônomos aumentou 0,7%. As ocupações classificadas nas demais posições reduziram -2,8% e o emprego doméstico -0,3%.
Em maio, o rendimento médio dos ocupados diminuiu -0,9% e dos assalariados -1,2%, passando a equivaler a R$ 1.725 e R$ 1.728, respectivamente.
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Torturadores do regime militar utilizam ratos em estupros de militantes de esquerda
As investigações da Comissão Nacional da Verdade (CNV), sobre os métodos de tortura durante o regime militar, apontam que além de usarem pedaços de madeira e choques elétricos, os torturadores chegaram a usar animais vivos para obter informações de militantes de esquerda. Os métodos de tortura mapeados nos últimos meses chocaram os membros da comissão. Pelas informações coletadas até o momento, animais como cobras, ratos e jacarés teriam sido utilizados nas casas da morte entre outros locais de tortura no Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais e São Paulo.
sexta-feira, 25 de julho de 2014
Comitê Estadual em Defesa do plebiscito pela Reforma Eleioral organiza sarau e cursos do mil
terça-feira, 20 de maio de 2014
PT CG realiza II Plenária do Plano de Governo nas Moreninhas
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Plenária para a formulação de propostas de plano de Governo acontece nesse sábado
terça-feira, 1 de abril de 2014
50 Anos do Golpe Militar é marcado por manifestações na capital sul-matogrossense
As manifestações contra os 50 anos do Golpe Militar não passaram em branco em Campo Grande. Nesta terça-feira militantes ligados a UJS (União da Juventude Socialista) fizeram um Gritaço, com faixas de papéis e velas acesas em frente da residência do tenente Duarte, da reserva do Exército, localizada na Rua Jaime Ferreira de Vasconcelos. O ato por pouco não acaba em tragédia, pois o militar sacou a arma e deu dois tiros para cima, na tentativa de dispersar o grupo.
Na segunda-feira (31.11) data de aniversário da deposição do presidente eleito João Goulart (Jango), militantes ligados as entidades dos movimentos populares, sindicais, movimentos negros, sem terras e indígenas estiveram reunidos na sede Fetems homenageando lideranças perseguidas e torturadas pelo Regime Militar, entre elas o fundador do PT no MS, Ezequiel Ferreira Lima (in-memorian) representado pela filha, professora Zenite e o publicitário Felix Nunes, editor do jornal Aroeira e militante sindical no ABC Paulista em companhia do ex-presidente Lula.
A Noite o Ato Público contra o Golpe na Praça da República reuniu mais de 1.500 pessoas que protestaram contra a Ditadura e contra a deposição do ex-prefeito Alcides Bernal pela Câmara de Vereadores de Campo Grande.
Na sexta-feira a direção estadual do PT promoveu o ato 1964 Nunca Mais, na Câmara de Vereadores de Campo Grande, reunindo os dirigentes com o pesquisador Eronildo Barbosa da Silva - Doutor em Educação e Professor da UFMS, o militante dos direitos humanos, Lairson Ruy Palermo - Advogado e Coordenador do Comitê Memória, Verdade e Justiça e do ex-vice-governador, Egon Krachecke, ativista político torturado pelo regime e exonerado do serviço público por perseguição política.
A novidade no entanto foram iniciativas de cidadãos ou grupos ligados a juventude que estiveram nos jornadas de junho 2013 adesivando ruas importantes das cidades, rebatizadas com nomes de ativistas executados pelo regime militar. A Avenida Costa e Silva recebeu o adesivo o estudante Edson Luiz, morto em uma manifestação contra o Golpe no Rio de Janeiro. A avenida Ernesto Geisel (Norte Sul) ficou o nome do líder indígena assinado Marçal de Souza e a Avenida Castelo Branco recebeu o adesivo do Jornalista Wladimir Herzog, torturado e morte por agentes do DOI-CODI numa delegacia de polícia de São Paulo.
Na plenária foi tirada como tarefa para o fortalecimento da democracia a coleta de mais de 100 mil assinaturas no Estado ao projeto de realização da constituinte independente e soberana para realização do plebiscito da reforma eleitoral. As entidade avaliam que o atual sistema de representação está profunda crise, necessitando de mudanças que acabe o financiamento privado nas campanhas eleitorais, o fim do personalismo eleitoral, com a votação em partidos e listas de candidatos e incrementação de sistemas de consultas diretas aos eleitores em matérias polêmicas e que não tramitam na Câmara por interesses corporativos: reforma eleitoral, reforma tributária, tributação das grandes fortunas, imposto progressivo e redução da carga tributária.









