Páginas

quarta-feira, 23 de outubro de 2024

Candidatas à prefeitura de Campo Grande assumem discurso anti-PT, mas incorporam a agenda do Modo Petista de Governar

A disputa eleitoral pelo segundo turno em Campo Grande reforça a narrativa anti-pt e anti-Lula. As candidatas Adriane Lopes (PL) e Rose Modesto (União Brasil) transformaram os debates, os programas eleitorais de rádio e TV e nas redes sociais, numa disputa em que tenta esconder as articulações políticas que aconteceram nos bastidores à revelia das matrizes ideológicas . Revela para o eleitor as infidelidades partidárias que vem se fortalecendo a cada campanha, numa arena política em que nossos representantes, inclusive do PT, para se viabilizar eleitoralmente, aceitam todos os tipos de troca de favores, até mesmo com os adversários. Ambas as candidatas, de matrizes liberal popular, assimilam a agenda programática do PT para se viabilizarem eleitoralmente, mas escondem o apoio das lideranças que tem a capacidade de fazer por Campo Grande mudar de prioridades administrativas. Sabem que, ao contrário, seriam rejeitadas nas urnas logo no primeiro turno. As duas candidatas poderiam apresentar uma agenda programática que prevê a privatização dos serviços públicos, inclusive terceirizando a educação pública, como acontece no Paraná, ou da saúde, entregues a racionalidade gerencial privada, para cortar gastos e tirar o Governo estadual e municipal , da linha de frente de problemas cruciais no setor, ou das lucrativas consultorias que enriquecem os amigos do poder, em substituição a implementação das governanças com servidores capacitados e preparados para gerir a máquina pública. No atual modelo de gestão perderam a função e a capacidade de controlar o poder público e abrir caminhos para as grandes negociatas público-privada. Ou ainda, deixar a cidade ao sabor da especulação imobiliária ou sabor dos consórcios que exploram os serviços de limpeza, transporte público, água e esgoto, com tarifas abusivas e serviços de pouca qualidade. Antes de puxar a cortina do palco político, ambas as candidatas, deviam reafirmar que sem o Governo Lula, com o Programa de Aceleração de Crescimento (PAC), o Minha Casa Minha Vida, o Proinfância e os demais recursos disponibilizados pelos ministérios do Governo Federal, a Prefeitura de Campo Grande, por si só, tem a capacidade limitada de investimentos, pois boa parte da receita engolida pela folha de pagamento do funcionalismo, que ainda é insuficiente para atender as demandas por serviços públicos de qualidade. Sentimos a ausência do PT Petista de Governar em Campo Grande nos últimos seis anos. As obras inauguradas, na sua maioria, foram heranças do Governo Dilma Rousseff, depois veio o marasmo no setor de obras e projetos estruturantes , como a canalização do Córrego Anhanduí, ou a finalização de Centros de Educação Infantil ou de unidades de saúde, mal geridas pela gestões anteriores, das quais ambas as candidatas eram coadjuvantes. O que as candidatas não dizem é que Campo Grande, sem a capacidade gerencial do PT, com seus déficits de caixa, viveu um "Apagão" de recursos herdados da Gestão Temer/Bolsonaro. No discurso anti-PT e Anti-Lula colocado para os eleitores de Campo Grande, as prioridades são do jeito PT de Governar, invertendo prioridades. O discurso ideológico conservador e fundamentalista, apresentado no palco político, revela as forças políticas de direita, dividida regionalmente, sem liderança, pois a principal esquizofrenia política nacional se apagou diante da inelegibilidade e seus programas de governo ultrapassados foram escondidos nas disputas municipais e derrotados eleitoralmente nas urnas em 2022. Resta optar pela candidata que não tem medo de ser feliz, que podem precisar dos quase 10% dos eleitores que optaram nas urnas pela renovação política da candidatura do PT, ou da viúva PSDB de Beto Pereira, no primeiro turno. As agenda programáticas são mesmas, a forma de fazer política são as mesmas, resta as duas candidatas gastar a retórica para atrair os eleitores indecisos ou que não votaram no primeiro turno.

sexta-feira, 16 de agosto de 2024

Candidatura de Camila surge de construção coletiva e pode surpreender a eleição em Campo Grande

Camila trabalha para conquistar votos de Lula


 A Cientista Social Camila Jara pelo PT é a única alternativa de esquerda na disputa pela Prefeitura de Campo Grande.  Referenciada por currículo de carreira meteórica, cumprindo apenas dois anos de mandato de Vereadores do município e uma eleição surpreendente  para deputada federal,  agora atenta furar o  dos velhas raposas políticas que historicamente se revezam no comando do Executivo.

A pesquisa encomendadas  até o presente momento, sem dúvida não refletem o desempenho das candidaturas do PT na capital sul-mato-grossense, até mesmo em momentos de refluxos observados no período ostracismo do PT  no quadriênio  Bolsonaro e seus seguidores. Em 2022,  a candidata a governadora pela legenda, Giselle Marques (agora candidata a vereadora) obteve o percentual de   6,92% dos votos válidos (34.032 votos), ficando em 6º lugar na disputa. O percentual é semelhante ao desempenho de Camila nas urnas de Camila na eleição para deputada federal, com aproximadamente 45 mil votos. Estes indicadores mostram um eleitorado cativo à  legenda de esquerda em Campo Grande.

Outro indicativo a ser notado, é o comportamento de setores da imprensa de Campo Grande na tentativa constante, premeditada de desconstrução da candidatura petista, o que mostra certo temor junto as demais  candidaturas em disputa, empurradas pelo financiamento publicitário estatal do Estado, da Prefeitura de Campo Grande e demais poderes paralelos  .

 A coerência política, o preparo intelectual de Cientista Social, o  uso inteligente das redes sociais, as realizações dos mandatos, respaldados pelo volume de recursos de emendas trazidas do Governo Federal para Mato Grosso do Sul,  faz frente as fórmulas  viciadas, de uso do dinheiro público,  que não é o fundo partidário. Consagra a habilidade política da estreante na Câmara dos Deputados e junto à esfera federal. Tudo isso,em apenas dois anos de mandato, sem a cobrança do tradicional pedágio, intriga outras  legendas, pois inova na forma de fazer política.

A experiência da juventude por duas eleições sucessivas sem o uso da máquina, somada a experiência política  do pré-candidato a  vice,  deputado estadual Zeca do PT, celebra a união interna do velho e do novo PT, visto que o parlamentar tem  o currículo respeitável, como um dos melhores governadores do Estado. Ambas as candidaturas  materializam a  alternativa política da Federação Brasil Esperança  para Campo Grande. Com o apoio dos bons resultados do Governo Lula, o projeto  petista deixa, sem dúvida os demais candidatoss eleitores que anseiam por  renovação e mudança  na Prefeitura de Campo Grande.  Quem apostou na desistência da  candidatura perdeu a Dama na peça do tabuleiro.

quinta-feira, 26 de maio de 2022

Filme Pureza mostra a face nefasta do trabalho escravo no Brasil



 Filme Pureza mostra o escárnio do trabalho escravo no País

O filme Pureza, dirigido pelo diretor  Renato Barbiere, em exibição em duas sessões no Cinemark de Campo Grande, mostra a face nefasta da prática desumana do trabalho na zonal rural da Amazônia. Inspirado em fatos reais, Pureza (Dira Paes), principal protagonista, embrenha-se numa fazenda na região de Marabá, no Pará, a procura do filho Abel (Matheus abreu).  Antes da arriscada aventura, ambos já eram submetidos à exploração nas olarias da região amazônica. 

Com determinação, a partir de informação de uma garota de programa, consegue informação do sobre o "Gato" (empreiteiro) que recruta trabalhadores. É selecionada como cozinheira. Na fazenda, Pureza convive com as péssimas condições de trabalho que vão do consumo de água de açude,  habitação de pau a pique, dívida no armazém, falta de pagamento de salários, ameaças e execução de trabalhadores por jagunços, contra insurgentes às condições do patrão, criador de gado.

Disposta a  denunciar as práticas a abusivas usa da sedução do capataz gerente para retornar a Marabá. Com apoio de um padre da igreja católica ligada a Comissão Pastoral da Terra (CPT) consegue apresentar a situação em um fórum contra o trabalho escravo.  A veracidade do seu depoimento é questionada por representante do poder judiciário devido a falta de provas. Indignada, com a ajuda do padre volta à fazenda, fotografa e grava depoimentos orientada por uma fiscal de trabalho. Na fuga empreendida e baleada mas sobrevive. 

Com  as provas irrefutáveis volta ao fórum e em razão das fortes denúncias força a criação de um grupo especial para o combate ao trabalho escravo, determinada pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso. A movimentação se desdobra em fiscalização na fazenda, cujo o empresário contava com a proteção do estafe político do Pará no Senado Federal. Na diligência finalmente encontra o filho em condições deploráveis. 

Em razão da coragem, Pureza recebe prêmio internacional para mostrar a perversidade ainda presente no campo e na cidades brasileiro, prática ainda presente na Amazônia Legal, carvoarias e aqui em Mato Grosso do Sul, na região Pantaneira. 

Vale a pena conferir no cinema. Porém fique atentos, pois os horários de exibição,  14h30 e 22h são para o público não assistir. Um tentativa sórdida de silenciar o tema, uma vez que põe em cheque a crueldade e as contradições do mundo do trabalho em nosso País. 

sexta-feira, 9 de junho de 2017

O Judiciário também é palco de simulação

Estamos vendo um espetáculo inusitado nas transmissões do julgamento do pedido de cassação da Chapa Dilma e Temer. Tudo parece ser um grande palco de simulação, em que as declarações dadas em outrora não servem mais, ao velho estilo do sociólogo Fernando Henrique Cardoso que disse: “esqueçam o que escrevi”. Neste caso, mas especificamente do Ministro Gilmar Mendes, comparando, esqueçam o que disse, com a agravante, sob o mesmo processo. 

Por meio de espetáculos midiáticos sentimos o peso de um dos pilares da democracia, o Judiciário, entralhar-se nas suas contradições, mostrando que pouco ou nada tem de diferente em relação ao poderes Executivo e  Legislativo. Com a diferença que este dois últimos poderes, a cada 4 anos, são submetidos ao sufrágio universal,  enquanto a Corte Suprema tem o privilégio da vitaliciedade e quando muito, em casos de desvios de conduta, seu membro punido com uma pomposa aposentadoria.


Neste contexto fica visível a velha teoria da Escola de Frankfurt de que o judiciário é mais dos aparelhos da classe dominante, assim, com a mídia, reproduzindo a sua ética e o papel de aparelho ideológico do poder econômico.  
O Judiciário, poder vital para a sociedade, no tabuleiro do jogo de classe, agora preza pela harmonia com a corrupção, onde a linha condutora de autonomia, independência e imparcialidade, mergulha nos interesses corporativistas e cartorial, num momento vital deixa transparecer suas chagas, privilégios e arranjos políticos, levando o cidadão comum, que financia todo o espetáculo, perplexo diante do jogo do poder a qualquer preço onde só resta ao cidadão, colocar um nariz de palhaço,  cético diante de leis que mudam de sentidos e significados  de acordo com a conveniências políticas.    

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Enquanto a economia despenca, bancos seguem com lucros elevados e reduzem postos de trabalho e agências

O DIEESE divulga os resultados do primeiro semestre de 2016 do Desempenho dos Bancos. O estudo analisa os números dos bancos do país durante o período.

O estudo confirma que quem vem pagando o preço pelas altas taxas de juros no Brasil são os trabalhadores e boa parte do empresariado brasileiro com pouca condições de competitividade frente aos oligopólios ou monopólios.  A apropriação de recursos públicos pelo sistema financeiro acontece de forma tão gritante, vem quebrando o País que até o senador Álvaro Dias, pasmem, o ex-tucano e agora integrante do Partido Verde, entrou com pedido de instalação de uma auditória na dívida pública. Quase 43% do que a União arrecada vai parar não dos banqueiros, quebrando prefeituras e diversos Estados.    

A crise engorda o saldo das contas de meia dúzia de bancos. De acordo com DIEESE, apesar do cenário econômico adverso, os cincos maiores bancos do país fecharam o primeiro semestre deste ano com lucros expressivos. Os números foram resultado do bom desempenho em seguros, previdência e capitalização, da elevação das receitas com tarifas e serviços e da queda nas despesas com empréstimos e repasses propiciada pela valorização do real frente ao dólar, que barateou os recursos captados pelos bancos no exterior.
A queda nos lucros, em comparação ao 1º semestre de 2015, foi provocada pelo aumento das provisões para os  devedores  duvidosos (PDD) e das  despesas com impostos  (Imposto de Renda - IR e Contribuição Social sobre o  Lucro Líquido - CSLL). Em 2015, os bancos utilizaram largamente créditos tributários e com isso seus lucros se elevaram. Como a situação não se repetiu no 1º semestre de 2016, foi verificada queda no resultado final.
No primeiro semestre, os cinco bancos fecharam um grande número de postos de trabalho. Em relação ao mesmo período, em 2015, são mais de 13 mil postos fechados.
O levantamento também aborda o encerramento das atividades do HSBC no Brasil. Se o processo de integração tecnológica for aprovado, os clientes do HSBC terão acesso às contas no Bradesco a partir de outubro deste ano. Com isso, a concentração bancária no Brasil aumentará. A participação de mercado dos cinco maiores bancos  que, atualmente, corresponde a 80% dos ativos totais e 84% da carteira de crédito, passará a ser de 83% e 86%, respectivamente.
Com informações do DIIEESE
www.diee

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Alex e Mário prestam apoiam a Carta de Mato de Grosso do Sul contra o PLP/257 e PEC 241/2016

Alex do PT saúde presidente da CUT-MS, Genilson Duarte

O candidato da Coligação Campo Grande é Todos (PT-PCdoB), Alex do PT, acompanhado pelo vice da chapa, Mario Fonseca,  participou de reunião para o fechamento final da carta final das entidades classe e dos movimentos sociais contra a PLP (Projeto de Lei Parlamentar) 257/2016 e a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 241/2016. 

O documento é resultado de Audiência Pública convocada pelo deputado estadual João Grandão (PT) e apresentada na segunda-feira (23.08) ao presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. O documento agora será apreciado pelos parlamentares, na próxima semana e, se aprovado,  encaminhado ao Congresso Nacional e ao presidente Michel Temer.

Alex do PT salientou que a sociedade não pode aceitar, em hipótese alguma, a redução de direitos historicamente conquistados pelos trabalhadores e servidores públicos brasileiros previstos no PLP/257. Lembrou que o servidor não pode ser apontado como culpado pelo desequilíbrio das contas públicas, alertando que as medidas contidas na PEC 241/16 é uma agressão a Constituição Federal, pois congela investimentos em áreas vitais para população como saúde, habitação, educação e assistência social. Mesmo com o aumento da receita, os estados, município e a União ficam impedidos de repassarem percentuais maiores para estas áreas.
Para o candidato existe outros mecanismos para revitalizar as contas públicas, com recursos oriundos das reservas cambiais, taxação dos rendimentos dos bancos, combate à sonegação fiscal e a revisão da renúncia fiscal para grandes grupos econômicos.

Assessoria de imprensa do candidato.     

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Guarani-Kaiowa acampados temem mais ataques violentos no feriado de carnaval

Sob o silêncio de parte da mídia nacional e regional, a omissão dos poderes constituídos, responsáveis pela mediação dos conflitos, as famílias Guarini-Kaiowa aguardam pela demarcação de suas terras. Desde o início do ano, tem crescido a ofensiva aos acampamentos localizados na região de Caarapó, Juti e Amambai.  As famílias de Te´’ýijusu em Caarapó são bombardeadas por emissão de inseticidas aplicados nas monoculturas de soja e cana. Em Kurusu Ambá, A em Amambai, a repressão acontece por meio de taques à tiros e queima de  barracos de lona.
dos poderes constituídos, mais uma vez acontece uma sucessão de ataques violentos dos ruralistas aos acampamentos de retomada dos Kaiowa e dos Guarani no Mato Grosso do Sul, local em que

Por e-mail a correspondente popular, Joana Ortiz escreve  pede o apoio e a ampla divulgação dos fatos, devido o aumento da tensão provocada pela ação dos ruralistas. Segunda ela, os ruralistas e suas capangas insistem em destruir os vestígios do último ataque no dia 31 de janeiro deste ano, quando incendiaram os barracos, destruíram os pequenos roçados e utensílios domésticos.  No dia 02 de fevereiro deste ano, os servidores da Coordenação Regional da FUNAI em Ponta Porã e Coordenação Técnica Local de Amambaí estiveram no acampamento e verificaram que os ruralistas utilizaram máquinas agrícolas para revirar o solo, no intuito de atrapalhar algum possível trabalho de investigação pericial.

Joana ortiz explica no email que os servidores estivem sem escolta policial, mesmo tendo requisitado, visto que os ruralistas e os seus seguranças particulares estavam armados. A avaliação é de que os ruralistas empregam estes meios para expulsar os índios do interior da fazenda Barra Bonita e deixá-los expostos as margens da estrada fronteiriça. No dia 03 de fevereiro, os relatos dos servidores da FUNAI presenciaram  a ação de queima e destruição dos vestígios feitas pelos ruralistas, de forma impune. Até na manhã seguinte não havia chegado nenhuma força de segurança pública para registrar a ocorrência.

Em conversa com as lideranças do Aty Guasu, na região de Dourados, Juti e Amambai, o temor das pessoas é que durante o período do carnaval, no feriado, os ataques se intensifiquem. Grandes partes dos servidores que atuam nos serviços de justiça e segurança pública não estão em plantão. Desta forma, os Guarani-Kaiowa temem neste período ocorra mais ações violentas, como em outras situações. 

Joana Ortiz afirma que em conversa com uma liderança  da retomada de Lechucha, município de Juti,  foi relatado que o arrendatário da fazenda procurou seu irmão para comunicar que ele estaria retirando os funcionários da fazenda. pois os proprietários da região estiveram reunidos e planejando ação de intimidação contra as famílias. A ação seria uma retaliação à extinção da CPI do CIMI na Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul.  

Ao entrar em contato com outra liderança de Kurusu Amba, a correspondente foi informada que o delegado da PF de Ponta Porã  enviaria agentes da Polícia Federal para verificar a situação.  Já uma liderança de Kurusu Amba disse que responsabilizaria a PF caso haja mais mortes e violência. O Dep. Pedro Kemp (PT-MS)  integrante da CPI CIMI disse ter comunicadoo delegado da PF e que se reuniria com os procuradores federais e com o Superintendente da PF-MS.

A pressão desumana sob os índios acampados está sendo veiculada pelas assessorias de imprensa do CIMI e de outros meios de comunicação, mas o apelo das lideranças do Aty Guasu é mas a intenção de Joana é de sensibilizar os parceiros, pois  a possibilidade de novos e intensos ataques é grande com a chegada de um feriado prolongado.  

Os indígenas pedem a presença da PF e da Força Nacional de Segurança porque não confiam na atuação das forças de segurança regionais. Deste modo, peço desculpas pelos erros gramaticais e ortográficos, mas circulem as notícias para que possamos pressionar o Ministério da Justiça para a agir.  

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Luta guerreiro contra opressão

Luta guerreiro contra opressão
Contra a tirania dos desumanos
Denuncie a ganância hipócrita por lucro
Empunhe seu chocalho.
Na simplicidade, na força da reza,
na tinta vermelha do urucum,
reaja a violência silenciosa que te extermina
Luta guerreiro contra opressão.
Grita por nosso planeta, saturado de lixo,
Dominado por ódio, ganância e mesquinharia
Ore por nós, perdidos, envaidecidos no racionalismo doentio,
Não aceite a opressão territorial do boi e da soja.
Pegue sua terra de volta.
Deixe a florestar renascer
A mata ciliar respirar
O peixe repovoar o rio
Os animais correrem pelos campos.
Semeie alimentos sem veneno,
Rebusque a cura das raízes
Rompa a cerca do isolamento
Não aceite a fé que te amansa
Mas aquela desperta a inquietude,
o inconformismo contra injustiça.
Luta guerreiro contra a opressão.
Grite para que os homens de bem, cristão verdadeiro,
para que abrace sua causa,
veja no rosto infantil do Guarani-Caiuá a
face verdadeira do menino Jesus, oprimido
e clama por libertação. 



terça-feira, 16 de junho de 2015

Em Documento 'Louvado Seja' papa condena degradação ambiental

Encíclica de Francisco vai ter ambiente como tema

Ao falar neste domingo (14) na praça São Pedro, no Vaticano, o papa Francisco pediu que se renove a atenção sobre a degradação e a recuperação ambiental em cada país e anunciou que sua encíclica terá como tema o ambiente.
No anúncio, feito após o tradicional Ângelus da missa dominical, o papa disse que a encíclica será lançada na próxima quinta-feira (18).
Segundo Francisco, o documento é dirigido a todos, e não apenas aos cristão.
"Essa encíclica é dirigida a todos aqueles que podem receber sua mensagem e crescer em responsabilidade para com a casa comum que Deus nos confiou."
Esta será a primeira encíclica feita totalmente pelo papa Francisco. A anterior ele apenas teve de completar, pois grande parte havia sido escrita por seu antecessor, Bento 16.
O título da encíclica, a primeira dedicada especificamente ao tema do meio ambiente, será "Laudato Si" (Louvado Seja).
A revelação casou expectativas. O jornal britânico "The Guardian" informou que esta é a "carta papal mais aguardade em décadas".
A representante das Nações Unidas nas negociação sobre o clima, Christiana Figueres, afirmou que a encíclica poderá ter um impacto muito grande.
"Ela vai falar sobre o imperativo moral de, no tempo certo, fazer frente às alterações climáticas para proteger os mais vulneráveis", afirmou.
ONU
No sábado (13), o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, esteve no Vaticano para um encontro com o papa Francisco.
A tema do encontro entre as duas instituições globais, que têm um passado discordante --mas que parecem ter encontrado alguns interesses mútuos--, seria a pobreza em todo o mundo.
Mas, em uma conversa informal com o dirigente da ONU e seus conselheiros, o papa mudou o foco da discussão para "ambiente" e destacou que a degradação ambiental é mais profunda nos países mais pobres.
O lançamento da encíclica vai acontecer em um ano com várias reuniões internacionais sobre o tema.
A mais importante será a Conferência sobre Mudança Climática das Nações Unidas, que está programada para ocorrer em dezembro, em Paris, França.
Folha de São Paulo - 15/06

segunda-feira, 16 de março de 2015

Protestos abrem janela para Dilma aprofundar compromissos com sua base social


É salutar para a democracia os protestos de 15 de Março. Agora não dá para agradar gregos e troianos. Em que pese meia dúzia de bandeiras propositivas ficou marcado ódio contra o PT, Lula e Dilma e protesto daqueles que ainda não aceitaram a derrota nas urnas. 
Alimentados pelo cenário verde amarelo da Globo, sonegadora oficial de impostos e há três meses sem anúncio publicitário do Governo, de forma tendenciosa ela assume o comando das mentes de milhões de brasileiros, com o respaldo das rede comunicação concessionada do Estado, cuja as outorgas deviam ser revistas e se arrastam aos de Chumbo. Afinal a mobilização de domingo foi amplamente apoiada pela mídia, por horas e horas de programação, enquanto as manifestações de 13 de março solapas em flashes rápidos e números abaixo do real.
Nos protestos vi muita gente bonita, a maioria branca, cabelos sedosos e com luzes, celulares de última geração, motos acima de 250 cilindradas, veículos camionete e caminhões, boa parte financiados pelo Banco Brasil a juros subsidiados.
A cara do povo sofrido, negros, tranvestis, mulheres com a cara surrada pela proeocupação, rasgadas pelas rugas de ano de exploração e má remuneração, estavam ausente. Elas sim poderiam bater panela, mas boa parte agora tem emprego e conseguem manter sua dignidade, mais ainda ressentem a da mão do Estado no bom atendimento e educação, com igualdade de oportunidade.
A nova clásse média dá o grito, e com toda razão. Chegou o momento histórico de se discutir o financiamento do Estado e aí está missão Congresso, onde a mesma elite é maioria, e duvido que queiram mudar mesmo as regras da democracia ou pesada carga tributária, pois há 15 anos, esta matéria tramita na Câmara dos Deputados e no Senado.
Mais uma vez, o protesto tem o lado bom,a oportunidade, da Presidenta Dilma jogar a responsabilidade de colocar o bode na sala do Congresso,vistos que as principais reformas necessárias para mudar a face justa do País e combater a corrupção, estão engavetadas após as jornadas de julho.
Além disso, cabe a equipe de Governo outro desafio, construir novos parâmetros para a construção da Governabilidade, calcada em uma agenda política, pois a feita com o PMDB já esgotou, pois a legenda flerta de dia com o Governo e por baixo articula o golpe branco, na tentativa de colocar Michel Temer no comando da Nação, em conluio com a Maçonaria.
Para sobreviver, além das ditas reformas, o Governo petista tem que restabelecer uma nova base de apoio e alianças, pois até o momento as medidas adotadas sacrificam os trabalhadores e poupam os especuladores e os grandes grupos econômicos, por meio de renúncias fiscais bilionárias e empréstimos a juros baixos e a longuíssimo prazo.
Agora chegou de fazer a lição de casa, restabelecer os compromissos com sem-teto, sem-terra, demarcar as terras indígenas, investir maciçamente na educação, por fim ao fator moderador, reduzir os juros, aumentar o valor do salário mínimo, inverter a lógica perversa de cobrança de imposto, alem de usar os aparatos de fiscalização do  Estado para prender quem sonega e desvia dinheiro do Estado, sem o jeitinho brasileiro.

O compromisso do Governo Dilma, a partir de agora, tem que ser com quem a elegeu. Os outros, são outros e só.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

PITACOS DO JARA NOS BASTIDORES DA POLÍTICA

Presidente da Câmara fica de joelhos a Olarte

Depois do pomposo reajuste de  mais de 60% nos  próprios salários, aumentar o IPTU em 12% e a passagem de ônibus em R$ 3,00,  o presidente da Câmara e boa parte dos vereadores da situação (puxa-sacos), tentam vergonhosamente descaracterizar vídeo gravado em offline em que o prefeito afirma que deu um duro golpe na Câmara dos Vereadores e nos professores em greve. Como sempre, a melhor maneira de calar o legislativo é liberar as pomposas verbas para o poder. Enquanto isso, o contribuinte paga a conta. 

Eleição da ACP vai para o tapetão (Com Correção)
Depois do velho golpe de regras eleitorais viciadas, em que a diretoria controla tudo, até o resultado, a chapa 3, do Conselho Fiscal,  que é independente da Chapa 3, desferiu um duro golpe no processo nas eleições da Fetems e  anulou o processo eleitoral em curso, em plena greve. No vale tudo, três chapas disputam a entidade, com uma receita superior a R$ 260 mil mensais de arrecadação, a Chapa 2 ligada ao PCdoB, PPS e apadrinhada pelo Alcaide, Aldo Olarte, a Chapa 1 apoiada pelo atual presidente, Geraldo, fusão de petistas e tucanos e peemedebistas  e a Chapa 3, ligada ao campo de esquerda do PT. O resultado é imprevisível, pois na mobilização muitos filiados puderam sentir  quem é de luta e quem se curva perante ao imperador.


PT de Campo Grande promove mudanças
Depois do resultado difícil de engolir do candidato a Governador, Delcidio do Amaral, o PT de Campo Grande, já discute mudanças e substituição no comando político do partido. Entre os motivos alianças no campo aliado sem densidade eleitoral, a custo de ouro e o gelo na militância petista no 1º turno, sem qualquer parâmetro ético. As portas fechadas, o lava roupa vai acontecer nesta quarta-feira.

Eleição da Cassems já suscita interessados
A eleição para nova direção da Cassems já suscita muitos interessados, pois a empresa de autogestão movimenta uns bons milhões mensais. Três grupos estão se movimento para colocar a mão no cofre e tira dividendos do alcance politico da sua gestão, vide o bom desempenho do atual presidente, RicardoAyache, na vaga do senado. De ilustre desconhecido, o médico já começa alçar vôos maiores, em foco a Prefeitura de Campo Grande

Depois tem mais, novidades, aguardem.





sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Fundador da Rede Sustentabilidade declara voto em Dilma

Fundador da Rede Sustentabilidade declara voto em Dilma


Fundador da Rede Sustentabilidade declara voto em Dilma<b> </b>O auditor fiscal da Receita Charles Alcântara participa da Rede Sustentabilidade desde as discussões iniciais que resultaram na sua criação. Também foi um dos seus coordenadores nacionais e trabalhou firme na coleta de assinaturas para viabilizar o registro eleitoral, o que acabou não acontecendo. Esta semana, porém, decidiu retirar seu apoio à candidatura de Marina Silva pelo PSB. 


Ads by Amazon Mini Saver 1.1Fundador da Rede Sustentabilidade declara voto em Dilma



















Segundo ele, a adesão da presidenciável ao neoliberalismo não coaduna com os princípios da nova política que o levaram a apoiá-la.

Em entrevista à Carta Maior, ele declara que irá votar na presidenta Dilma Rousseff, candidata pelo PT à reeleição. “O governo da Dilma também cede ao receituário neoliberal. A diferença é que a Dilma não cede a isso porque acredita na receita, mas porque não há força suficiente na sociedade para enfrentar, para subverter este sistema. Isso é diferente de aderir a ele com a convicção de que é o melhor caminho, como a Marina vem dando demonstrações explícitas e efetivas que o fez. (...) Isso significa que Marina vai apertar ainda mais, com mais arrojo salarial e juros mais alto”, afirma.

Confira a íntegra da entrevista:
Carta Maior - Apesar de ser um dos fundadores da Rede Sustentabilidade e ter assumido a coordenação nacional do pretenso partido, você retirou seu apoio à candidatura de Marina. Por quê?
Charles Alcântara - Até por dever de ofício, já que sou auditor da Receita, é muito caro para mim saber como são alocados os recursos provenientes da sociedade através dos impostos. Então, o fundamento da minha crítica à Marina é justamente o fato dela ter aderido a essa lógica neoliberal de perseguir um conceito de “estabilidade” a um custo social muito alto. A Marina converteu-se a esse pensamento e isso está muito evidente. Eu não sei se essa conversação vem de mais tempo e eu não tinha percebido, mas muito recentemente ela fez declarações muito definitivas sobre a linha econômica que vai seguir, e isso para mim foi fundamental.

Existe um consenso na sociedade de que diminuir gasto público é um crime. E eu não concordo com essa lógica. Não estou falando de gastos com educação e saúde, lógico. Mas concordaria em reduzir o gasto com a dívida pública, por exemplo, que é sagrado, intocado. É o maior gasto do país e o maior responsável pela desigualdade social. Mas, em nome do famigerado superávit primário, quase um deus para os neoliberais, se tira recurso das áreas primárias para saldar a dívida pública. E quando a Marina se propõe a fazer isso e ainda critica a Dilma por desarrochar a política econômica, significa que ela irá apertar ainda mais, com mais arrocho salarial, jutos mais altos e etc.

Então, ela precisa pelo menos dizer para a sociedade, para quem ela está pedindo apoio e voto, que há um custo alto desta medida. E não fazer como o Aécio, que diz que não se furtaria a tomar medidas amargas, mas, quando perguntado, não responde quais medidas são essas. Quem está pedindo o voto das pessoas precisa ser honesto com elas. Precisa dizer que medidas amargas são estas. E, principalmente, amargas para quem. A Marina não fala em medidas amargas, mas o discurso é o mesmo do Aécio: apertar no tripé, institucionalizar a autonomia do Banco Central. Isso, definitivamente, me impede de continuar com ela.

CM – Na Rede sustentabilidade, vocês chegaram discutir que modelo econômico apoiar?
CA - Sou fundador da Rede, participei inclusive das discussões que levaram a sua criação, compus a primeira coordenação nacional e fui porta-voz da Rede no Pará. Mas as discussões a este respeito foram muito embrionárias, porque estávamos muito focados em conseguir as assinaturas para ter o registro da rede. Não chegamos ao ponto de discutir programa da Rede, porque sequer tínhamos um partido. O que discutimos foram princípios estatutários da Rede, princípios para a antecipação de uma eventual reforma política. Havia indícios de discussão programática, e eu já me posicionava internamente, desde aquela época, contra qualquer inclinação da Rede de sustentar as formulas neoliberais. Eu tensionei internamente, inclusive com documentos, já propondo desde aquela época um seminário da Rede sobre programa econômico. Tudo bem levarem o Eduardo Gianette e o André Lara Rezende [economistas identificados com o receituário neoliberal tucano], mas eu queria que levassem também economistas de outras escolas. Porque não dá para discutir apenas com o “pensamento único”. Acontece que, quando houve o indeferimento da Rede em outubro e, logo em seguida, a decisão de aliança com o PSB, eu divergi e me afastei da coordenação da Rede. Então, eu não tenho elementos para dizer como se deu o debate interno entre Rede e PSB.

CM - Por que você divergiu da decisão da Rede de se aliar com o PSB?
CA - Eu achei que a Marina deveria manter-se sem partido, que isso tinha mais coerência com a nova política. Tudo bem, ela não seria candidata, mas não se faz política só seno candidato. Você faz política emitindo sua opinião. A Marina poderia exercer um papel político importante no cenário nacional, ela é uma liderança nacional, mesmo não disputando a eleição e até mesmo denunciando a forma como a Rede foi indeferida por um excesso de preciosismo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na minha avaliação, o PSB não representa a nova política. No Pará, por exemplo, é um partido familiar, que passa de pai para filho. Eu não tinha a menor condição de acompanhá-la no PSB. Até porque eu não iria me reconhecer naquele partido. Então, eu divergi e me afastei. Mas sem fazer alarde, sem fazer um debate público. Mas, apesar disso, eu estava inclinado a apoiá-la. Acontece que tem coisas da velha política de que não abro mão, como a convicção. Porque pra defender uma candidatura, é preciso acreditar nela. É fundamental que não seja por conveniência, por adesismo, por cálculo político.

CM - Um possível governo Marina pode ser melhor para a maioria do povo brasileiro do que um segundo mandato de Dilma?
CA - Eu tenho profundas críticas ao governo Dilma. Mas eu não posso negar que é um governo extremamente includente, que melhorou a vida de milhões de brasileiros que vivam esquecidos pelos governos anteriores. Não que isso seja suficiente para mudar a desigualdade que marca nossa sociedade. O governo da Dilma também cede ao receituário neoliberal. A diferença é que a Dilma não cede a isso porque acredita na receita, mas porque não há força suficiente na sociedade para enfrentar, para subverter este sistema. Isso é diferente de aderir a ele com a convicção de que é o melhor caminho, como a Marina vem dando demonstrações explícitas e efetivas que o fez. Ela critica a Dilma justamente por não ter aderido ao neoliberalismo como ela acha que deveria. Ora bolas, isso quer dizer que Marina vai apertar ainda mais, apesar de não ser honesta o suficiente para admitir isso para a sociedade.

CM - Sua crítica à Marina é fundamentalmente econômica?
CA – Sim. Outra coisa que me tocou profundamente no discurso da Marina foi essa história de que ela vai reunir todas as pessoas de bem na mesma mesa pra discutir o Brasil. Porque, pela primeira vez, a Marina disputa uma eleição com condições de ganhá-la. É isso é diferente da eleição passada, quando ela estava em terceiro lugar. Ela está mais exposta, sujeita a mais questionamentos, sendo submetida a uma bateria de questões que não foram perguntadas antes. E não dá para unir todas as pessoas de bem no mesmo projeto. Não me parece uma coisa de quem está, de fato, sintonizada com nossa realidade social e política. Não há como governar sequer um condomínio sem contrariar interesses. Imagina um país complexo, com uma série de conflitos e tensões. Não tem jeito. Os interesses dos banqueiros não são convergentes com os interesses de quem está atravessando dificuldades, de quem precisa de saúde pública, de quem carece de mais qualidade na educação. Não tem como. É uma coisa ecumênica demais para mim. E não é a religião que vai governar o país. Se eleita, ela vai ter que governar com o Sarney [ex-presidente do PMDB], com o Renan [Calheiros, presidente do Senado, também do PMDB]. Ou ela acha que não vai? Ela já está com Heráclito e Bornhausen, dois legítimos representantes da velha política. E vai ter que ceder cada vez mais. Aliás, já cedeu para o Malafaia [o pastor que preside a Assembleia de Deus], e nem governa ainda.

CM - Sua posição teve impacto entre seus companheiros da Rede? Já recebeu manifestações favoráveis ou contrárias?
CA - Eu até me surpreendi. Não sou uma figura pública, embora seja conhecido da militância pelos espaços públicos que ocupei no governo Ana Júlia [ele foi secretário da Casa Civil da governadora do PT no Pará] e como sindicalista da área do Fisco [foi presidente do Sindfisco Pará e hoje é diretor da Fenafisco]. Eu publiquei um texto no meu Facebook para justificar minha posição, e fiquei muito surpreso com a repercussão disso entre muitos companheiros e jornalistas. Recebi as manifestações de muitos militantes intermediários da Rede, digamos assim.

Alguns discordaram de mim, mas uma parte concordou comigo e já está desembarcado. Eu não tive a pretensão de convencer ninguém. Não convoquei ninguém pra discutir posição coletiva. Foi uma posição solitária em um espaço meu. Quem quiser concordar, concorde. Quem quiser discordar, discorde. Quem quiser me atacar, me ataque. Tudo isso faz parte. Mas várias pessoas estão concordando comigo.

CM - A Marina vinha afirmando que permaneceria no PSB somente até a Rede conseguir o registro eleitoral. Essa semana, porém, ela voltou atrás e disse, na sabatina do G1 que, se eleita, vai ficar no PSB até o final do mandato. Como você vê o futuro da Rede sem sua principal líder?
CA - Eu não sabia disso, mas prefiro não opinar sobre o futuro da Rede, porque ainda está tudo muito confuso. Agora, o mais importante é nos concentrarmos nas eleições, é percebermos que, a grosso modo, tem dois projetos disputando o país: um genuinamente neoliberal, que é o de Marina e o de Aécio, e um outro que conflita com o modelo neoliberal, que é do da Dilma. Um projeto que também está amarrado com o neoliberalismo, porque é isso o que quer nossa sociedade, mas que tenciona com ele. Ao mesmo tempo que adere, também nega. Então, tem uma relação conflituosa com ele.

CM - Você vai votar na Dilma?
CA – Então, o próximo passo é decidir... Aliás, eu vou sim. E te digo isso em primeira mão. Eu saí do PT em 2010, mas uma das coisas mais lamentáveis que considero na nossa sociedade é este sentimento antipetista. Uma coisa tão absurda, doentia. Eu não sou antipetista, mas ex-petista. Não tenho nenhuma relação de mágoa ou ressentimento com o partido. Pelo contrário. Minhas divergências com o PT se deram no campo político. Eu deixei no partido muitos amigos, pessoas admiráveis que eu respeito e que eu sei que querem construir um país melhor, um mundo melhor. Então, eu não tenho nenhum constrangimento em declarar meu voto à Dilma. Ao contrário, eu ficaria constrangido de continuar com Marina nessas condições. Eu ficaria envergonhado de continuar com ela sem acreditar, embora respeite sua pessoa.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Campanha do Plebiscito pela Reforma Eleitoral aberta oficialmente em Campo Grande

Em Mato Grosso do Sul, a Semana do Plebiscito  foi aberto na sede da OAB/MS,  com posse da Comissão de Defesa da República e Democracia, às 9 horas com ato publico e entrevista coletiva com a presença de entidades e movimentos que coordenam a Campanha pela Reforma do Sistema Político no Estado.

72 Municípios de Mato Grosso do Sul já confirmaram a realização da Campanha na Semana Nacional. Cerca de 400 Urnas serão espalhadas por diversos pontos das cidades e zona rural (confirmados cerca de 70 urnas em assentamentos e acampamentos). Haverá também urnas volantes em diversos pontos da cidade.

Em Campo Grande a Campanha de coleta de votos e assinaturas vai estar presente em cerca de 150 Escolas (Municipais e Estaduais) e dezenas de Paróquias e Comunidades Católicas, Bairros, porta de Fábricas, Bancos, e sede de entidades Sindicais de trabalhadores, Bancários, Psicólogos, Eletricitários, Previdenciários, Telefônicos, Construção Civil, etc.

Para votar, é necessário a apresentação de um documento oficial com foto, como RG, Carteira Profissional, Passaporte ou CNH (sem isso não poderá votar).

Além dessas duas ações, no dia 07 de setembro  os Movimentos Sociais e entidades da Sociedade Civil realizarão o 20° Grito dos Excluídos,  que este  ano traz o tema  “Ocupar Ruas e Praças por Liberdade e Direitos.
Mais de 400 organizações de todo o país, entre elas OAB, CNBB, UNE, MCCE, CONIC, CONTAG, CNLB, CONFEA, FENAJ, CFF, CFESS, CARITAS, CUT, CTB, CNTE, MST, Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma dos Sistema Politico entre outras sairão às ruas de 01 a 07 de setembro para chamar a atenção do Governo, do Congresso Nacional e de toda a sociedade civil sobre a importância da REFORMA POLÍTICA.  Em Campo Grande mais de 400 urnas estão sendo instaladas nas sedes dos partidos políticos que aderiram a campanha, sindicatos, igrejas, universidades e escolas municipais.

Duas ações serão apresentadas à população. A primeira é o Projeto de Lei de Iniciativa Popular sobre a Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, que tem como proposta o afastamento definitivo do dinheiro de empresas nas eleições, igualdade entre homens e mulheres, eleições proporcionais em dois turnos, participação da sociedade em decisões nacionais importantes e que o seu voto elege apenas o candidato em que você votou.

Para a coleta de assinaturas é preciso apresentar o título de eleitor.

A segunda ação refere-se ao Plebiscito Popular, votação onde a população brasileira dirá se é a favor ou não de uma Constituinte Exclusiva e Soberana para reformar o sistema político brasileiro.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Filme patrocinado pelo FIC reforça preconceitos da elite agrária de MS

Por Priscila Anzoategui

19 de ago (Há 2 dias)



Primeiro queria parabenizar quem foi ao Marco ontem. A gente já esperava que o filmeMatem ...os outros",   do diretor Reynaldo Paes de Barros seria preconceituoso, mas fomos surpreendidos, era bem pior do que o nosso pressentimento.
Mais importante ainda foi a nossa manifestação depois da exibição do filme, o diretor não esperava, achava que no MS só havia a elite fundiária que iria apludir a obra de arte dele.
Ontem fiquei até ás 03 horas da manhã escrevendo aquela matéria que saiu no site do CTV, depois mandei para os meus amigos jornalistas, e conseguimos que fosse veiculada em sites da mídia alternativa: A Nova Democracia, Combate Racismo Ambiental, e por sorte, o Campo Grande News tb divulgou, metendo o pau no diretor.
 Ao mesmo tempo que fico puta da vida de saber que aquela merda de filme foi financiada com dinheiro público ( minhas horas de trabalho revertidas em impostos servem para bancar essa aberração cinematográfica), fico feliz em poder lutar e ter espaço para contradizer as mentiras que o diretor propaga no filme.
E mais feliz por ter camaradas como vocês ao meu lado !
Isso só fortalece a nossa luta !
Espero que domingo, dia 24 de agosto, possamos confratenizar na Casa da Regina, e além disso, plantar as 200 mudas, que é tb um ato político, um ato que bate de frente com o AGRONEGÓCIO !
Essa semana (já comecei a pesquisar), eu e o Rogério vamos escrever uma Representação criminal contra o diretor, denunciando o teor do filme, por ser racista e injurioso ! Vamos protocolar no Ministério Público Federal.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Taxa de desemprego em relativa estabilidade, avalia DIESEE



Em junho, as informações da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) mostram que o total de desempregados, no conjunto das seis regiões metropolitanas onde a pesquisa é realizada (Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo), foi estimado em 2.253 mil pessoas, 14 mil a menos do que no mês anterior.

A taxa de desemprego total manteve-se relativamente estável, passando de 10,9%, em maio, para os atuais 10,8%. O total de ocupados foi estimado em 18.582 mil pessoas e a População Economicamente Ativa (PEA) em 20.835 mil. A taxa de desemprego total diminuiu em Porto Alegre e Belo Horizonte, aumentou em Salvador e permanecer relativamente estável em Fortaleza, Recife e São Paulo.

O nível de ocupação aumentou no setor de Serviços, com a criação de 34 mil postos de trabalho, e na Indústria de Transformação, com 29 mil. A retraça foi identificada no Comércio e Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, que eliminou 41 mil postos de trabalho. O setor da Construção não variou.

O número de assalariados aumentou em 0,4%. No setor privado, ampliou-se o assalariamento com carteira de trabalho assinada (0,4%) e ficou estável o sem carteira assinada. O contingente de autônomos aumentou 0,7%. As ocupações classificadas nas demais posições reduziram -2,8% e o emprego doméstico -0,3%.

Em maio, o rendimento médio dos ocupados diminuiu -0,9% e dos assalariados -1,2%, passando a equivaler a R$ 1.725 e R$ 1.728, respectivamente.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Torturadores do regime militar utilizam ratos em estupros de militantes de esquerda

Relatório final terá capítulo específico para descrever ações
As investigações da Comissão Nacional da Verdade (CNV), sobre os métodos de tortura durante o regime militar,  apontam que além de usarem pedaços de madeira e choques elétricos, os torturadores chegaram a usar animais vivos para obter informações de militantes de esquerda. Os métodos de tortura mapeados nos últimos meses chocaram os membros da comissão. Pelas informações coletadas até o momento, animais como cobras, ratos e jacarés teriam sido utilizados nas casas da morte entre outros locais de tortura no Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais e São Paulo.
Nesta semana, por exemplo, o ex-delegado do DOPS (Departamento de Ordem Político Social) do Espírito Santo Cláudio Guerra confirmou aos membros da comissão que, nas sessões de tortura testemunhadas por ele, jiboias foram usadas para torturar militantes de esquerda. Segundo Guerra, animais foram utilizados na 2ª Seção da Polícia Militar no Espírito Santo e no 38º Batalhão de Infantaria do Exército. “Acho a tortura uma covardia”, disse a membros da comissão. Guerra é autor de depoimentos tomados pelos jornalistas Rogério Medeiros e Marcelo Netto que deram origem ao livro "Memórias de uma Guerra Suja" (Topbooks). A publicação trouxe várias revelações sobre o regime militar até então desconhecidas. A obra foi revelada com exclusividade pelo iG, em maio de 2012.
Alguns relatos apontam o uso de ratos em sessões de tortura em Minas Gerais. Jiboias também teriam sido usadas em São Paulo e Rio. Durante as investigações, os membros da CNV obtiveram informações de que jacarés eram colocados em frente a presos políticos para que mordessem os militantes que não colaborassem. Ainda não existem informações concretas sobre os locais de tortura onde os jacarés foram usados. Já os ratos e as jiboias eram adotados principalmente para intimidar as mulheres. Pelas informações obtidas pela CNV, existem relatos de torturadores que introduziam ratos vivos nos órgãos genitais das presas políticas.
Internamente, os membros da comissão classificam esses métodos de tortura como de “crueldade extrema”. Normalmente, o uso de animais vinha aliado à aplicação de choques elétricos e espancamentos com pedaços de madeira. No caso das mulheres, ainda havia o estupro (algumas vezes coletivo) das vítimas.
Desde o mês de junho, a Comissão da Verdade intensificou a tomada de depoimentos para complementar a elaboração do relatório final do órgão, que já está sendo redigido paralelamente às informações que vêm sendo prestadas por colaboradores. De acordo com o coordenador da CNV, Pedro Dallari, a expectativa é de que pelo menos outros 100 depoimentos sejam tomados até setembro.
Além de obter informações sobre o desaparecimento de presos políticos, os membros da CNV querem, nos próximos depoimentos, obter mais informações sobre os métodos de tortura utilizados nas casas da morte, inclusive o uso de animais nessas sessões.
Dentro dessa lista de depoimentos, a comissão também já estuda a possibilidade de chamar novamente para depor o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra, comandante do Destacamento de Operações de Informações-Centro de Operações de Defesa Interna do 2º Exército em São Paulo (DOI-Codi/SP), entre 1970 e 1974. No seu primeiro depoimento à comissão, em maio do ano passado, Ustra negou-se a responder a várias perguntas, mas, conforme membros do órgão, deu indícios de participação em alguns desaparecimentos de presos políticos.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Comitê Estadual em Defesa do plebiscito pela Reforma Eleioral organiza sarau e cursos do mil

Comitê Estadual em Defesa do plebiscito pela Reforma Eleitoral organiza sarau e cursos do mil

O  Comitê Estadual em Defesa do Plebiscito Constituinte pela Reforma Eleitoral organiza neste sábado e domingo (26 e 27/07), na sede da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de MS), o  Curso Estadual de Formação, apelidado de “Curso das Mil Pessoas”, com objetivo  de organizar  a consultar nacional  em setembro
 O credenciamento e abertura está marcado para o dia 26 de julho, sábado, às 8h. Seguindo o período de formação para até às 18h. Realizaremos uma atividade cultural, Sarau da Constituinte, às 20h. No domingo iniciaremos às 8h se estendendo até o meio-dia com o almoço. As refeições serão servidas no local do Curso.

Nesta sexta-feira, acontecerá também  o Sarau da Constituinte a partir das 20h, na sede do TGR – Teatral Grupo de Risco, na Rua José Antônio, 2170 – Jardim Brasil. É uma agenda livre, com “Palco Aberto”, portanto,  aberto à participação de todos os presentes: músicas, poesias, contos  Estão confirmadas a apresentação da peça “Guardiões” do TGR – Teatral Grupo de Risco e a participação especial dos músicos Zé Pretim Bluesmen, Ju Souc e Rodrigo Teixeira. “Guardiões” do TGR – Teatral Grupo de Risco é uma peça construída coletivamente, por meio de um trabalho de estudos e pesquisas sobre o pantanal sul-mato-grossense, o impacto e consequências da ocupação humana tanto no ecossistema, quanto nas relações sócio culturais.

Assessoria do curso
A assessoria de nosso Curso será feita por Lucas Barbosa Pelissari de São Paulo. Lucas é militante do Levante Popular da Juventude, atua como professor em escolas de educação básica e superior, mestre em Educação pela UFPR – Universidade Federal do Paraná e doutorando em Políticas Públicas pela UERJ – Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Atualmente Lucas é membro da Secretaria Operativa Nacional do Plebiscito Popular.
Inscrições
As inscrições são gratuitas e continuam abertas até o início do Curso. Para os/as que desejam fazer sua inscrição com antecedência é só preencher o formulário anexo e enviar para a Secretaria Operativa Estadual no seguinte endereço: CUT-MS – Central Única dos Trabalhadores de MS | Travessa Coronel Edgard Gomes, 49 - CEP 79002-339 - Campo Grande-MS. E/ou para o e-mail plebiscitoconstituintems@gmail.com ou mesmo preenchendo a ficha diretamente no link http://goo.gl/wOxyqO .
Local
O Curso será realizado em Campo Grande, na sede da Fetems – Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul, localizado na rua 26 de Agosto, 2296, Bairro Amambaí.
Programação
A programação detalhada do nosso Curso está definida da seguinte forma:
Sábado
8h – Credenciamento/Café;
9h – Mística de Abertura;
9h30 – Análise de Conjuntura;
11h30 – Almoço;
14h – Retorno dos trabalhos;
14h30 – Trabalho de grupos;
17h – Plenária;
18h – Jantar;
20h – Sarau da Constituinte

Domingo
8h – Café;
9h – Organização da votação;
10h30 – Plenária;
11h – Mística de encerramento;
11h30 – Almoço;


Kit Militante
É importante que todos/as tragam muita alegria, disposição e entusiasmo para o Curso. Solicitamos também que cada pessoa, principalmente que vem do interior, prepare o seu Kit Militante, contendo roupa de cama e banho, colchão, produtos de higiene pessoal, caneca, pratos e talheres, bandeira do movimento do qual participa, material de uso pessoal e para anotações, pendrive, etc... (casacos e cobertores serão bem vindos, pois o clima em Campo Grande está instável!). Estamos providenciando alojamento para os/as cursistas que vem do interior e necessitam de local para pousar. Porém é importante que nos informem da necessidade no ato da inscrição.

Inscrições
As inscrições são gratuitas e continuam abertas até o início do Curso. Para os/as que desejam fazer sua inscrição com antecedência é só preencher o formulário anexo e enviar para a Secretaria Operativa Estadual no seguinte endereço: CUT-MS – Central Única dos Trabalhadores de MS | Travessa Coronel Edgard Gomes, 49 - CEP 79002-339 - Campo Grande-MS. E/ou para o e-mail plebiscitoconstituintems@gmail.com ou mesmo preenchendo a ficha diretamente no link http://goo.gl/wOxyqO .

Agenda

•         Dias 26 e 27 de Julho, Curso das Mil, na sede da Fetems em Campo Grande;

•         Dia 26 de Julho, às 20h, Sarau da Constituinte, na sede do TGR em Campo Grande;

•         Dia 30 de Julho, Reunião do Comitê Estadual, às 17h na sede da CUT-MS em Campo Grande;

•         Dia 1º de Agosto, Tarde de Formação em Assentamento de Ponta Porã;

•         Dias 9 e 10 de Agosto, Plenária Nacional de Organização e Trabalho do Plebiscito Constituinte em São Paulo;

•         Dia 12 de Agosto, Dia Nacional de Luta pela Reforma do Sistema Político em todo o Brasil;

Assessoria de Imprensa do Comitê – Contato Walker 67 9235 6532

terça-feira, 20 de maio de 2014

PT CG realiza II Plenária do Plano de Governo nas Moreninhas

O PT realizou nesta segunda-feira (18), a III plenária de discussão do Programa de Governo do pré-candidato do PT, senador Delcídio do Amaral.  O evento lotou as dependências da Associação dos Moradores do Bairro Moreninhas. 
Participaram do debate, o vereador e pré-candidato a deputado federal Zeca do PT, o pré-candidato ao senado, o médico Ricardo Ayache, a vereadora Thais Helena, o presidente do PT de Campo Grande, Gildo de Oliveira, os deputados estaduais Cabo Almi e Laerte Tetila, os pré-candidatos Kju e Jari Castro e o coordenador do programa de governo, Marcus Garcia, além de líderes comunitários e presidente de associações de moradores das Moreninhas, um dos maiores bairros da capital.
Na oportunidade, Zeca fez um balanço das realizações do seu Governo em Mato Grosso do Sul e apontou os avanços do Governo Dilma. 
Gildo apontou a importância de ouvir a comunidade na elaboração do Plano de Governo, garantido a participação popular na formulação das políticas públicas do novo Governo petista. Lembrou que a população não aguenta mais a truculência e o autorismo dos governos do PMDB.
Além disso, podemos constatar que realmente houve a participação dos moradores, pois muitos deles se pronunciaram e deram opinião a respeito do que é necessário fazer para melhorar a qualidade de vida de todos.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Plenária para a formulação de propostas de plano de Governo acontece nesse sábado

Depois da realização da da Plenária Estadual  no 12.04.2014 no Hotel Jandaia. Dando continuidade aos trabalhos, estaremos realizando nova Plenária para a construção do Programa de Governo do PT na área ambiental.
Será no dia 09.05.2014, às 16:00 horas. Local: PLENARINHO DA CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPO GRANDE. Até lá, estaremos recebendo as propostas para o Programa de Governo, através do e-mail: giselle_marques@hotmail.com
De acordo com a advogada Giselle Marques é muito importante o envio antecipado das propostas, a fim de otimizar os trabalhos. Contamos com sua colaboração e apoio.
Por um MS sustentável!!

Giselle Marques
Membro do Setorial Nacional do Meio Ambiente do PT

terça-feira, 1 de abril de 2014

50 Anos do Golpe Militar é marcado por manifestações na capital sul-matogrossense



As manifestações contra os 50 anos do Golpe Militar não passaram em branco em Campo Grande. Nesta terça-feira militantes ligados a UJS (União da Juventude Socialista) fizeram um Gritaço, com faixas de papéis e velas acesas em frente da residência do tenente Duarte, da reserva do Exército, localizada na Rua Jaime Ferreira de Vasconcelos. O ato por pouco não acaba em tragédia, pois o militar sacou a arma e deu dois tiros para cima, na tentativa de dispersar o grupo.
Na segunda-feira (31.11) data de aniversário da deposição do presidente eleito João Goulart (Jango), militantes ligados as entidades dos movimentos populares, sindicais, movimentos negros, sem terras e indígenas estiveram reunidos na sede Fetems homenageando lideranças perseguidas e torturadas pelo Regime Militar, entre elas o fundador do PT no MS, Ezequiel Ferreira Lima (in-memorian) representado pela filha, professora Zenite e o publicitário Felix Nunes, editor do jornal Aroeira e militante sindical no ABC Paulista em companhia do ex-presidente Lula.
A Noite o Ato Público contra o Golpe na Praça da República reuniu mais de 1.500 pessoas que protestaram contra a Ditadura e contra a deposição do ex-prefeito Alcides Bernal pela Câmara de Vereadores de Campo Grande. 
Na sexta-feira a direção estadual do PT promoveu o  ato 1964  Nunca Mais,  na Câmara de Vereadores de Campo Grande, reunindo os dirigentes  com o pesquisador Eronildo Barbosa da Silva - Doutor em Educação e Professor da UFMS, o militante dos direitos humanos, Lairson Ruy Palermo - Advogado e Coordenador do Comitê Memória, Verdade e Justiça e do ex-vice-governador, Egon Krachecke, ativista político torturado pelo regime e exonerado do serviço público por perseguição política.
A novidade no entanto foram iniciativas de cidadãos ou grupos ligados a juventude que estiveram nos jornadas de junho 2013 adesivando ruas importantes das cidades, rebatizadas com nomes de ativistas executados pelo regime militar. A Avenida Costa e Silva recebeu o adesivo o estudante Edson Luiz, morto em uma manifestação contra o Golpe no Rio de Janeiro. A avenida Ernesto Geisel (Norte Sul) ficou o nome do líder indígena assinado Marçal de Souza e a Avenida Castelo Branco recebeu o adesivo do Jornalista Wladimir Herzog, torturado e morte  por agentes do DOI-CODI numa delegacia de polícia de São Paulo.
Na plenária foi tirada como tarefa para o fortalecimento da democracia a coleta de mais de  100 mil assinaturas no Estado ao projeto de realização da constituinte independente e soberana para realização do plebiscito da reforma eleitoral. As entidade avaliam que o atual sistema de representação está profunda crise, necessitando de mudanças que acabe o financiamento privado nas campanhas eleitorais, o fim do personalismo eleitoral, com a votação em partidos e listas de candidatos e incrementação de sistemas de consultas diretas aos eleitores em matérias polêmicas e que não tramitam na Câmara por interesses corporativos: reforma eleitoral, reforma tributária, tributação das grandes fortunas, imposto progressivo e redução da carga tributária.