
Campo Grande precisa de Secretaria de Assuntos Comunitários e uma Ouvidoria para reclamações sobre os serviços públicos. Em visita realizada na semana passada, a sede da Associação dos Moradores da Vila
Coophamat, na saída de Sidrolândia, pude perceber o quanto o poder público é
distante do cotidiano da comunidade. É uma situação de profunda contradição com o
tratamento dispensado aos espaços públicos na área central e nos bairros de
classe média e alta de Campo Grande, com academia de ginástica e arborização.
O local está praticamente abandonado, jogado às traças e fungos literalmente.

A última reformado espaço aconteceu no Governo Zeca do PT. A praça, onde funciona, uma escola conveniada,
está com arena de areia e os brinquedos em péssimo estado de conservação, o campo de
futebol, local que reunião os boleiros, foi reflorestado, sem a devida consulta
aos moradores, a quadra de vôlei foi construída pela comunidade, que fez o
baldrame e colocou a areia e a iluminação por conta própria, sem qualquer apoio
por parte a prefeitura. A quadra de
futebol de salão e basquetebol está sem condições de uso, mal conservada. À noite a escuridão
toma conta do local, onde poderia funcionar um Centro Poliesportivo, bem
iluminado, com pista de caminhada e outras formas de atividade que faça os
cidadãos tomar gosto pela práticas desportivas a ficar sedentário em frente de
uma televisão.

Na oportunidade, os jovens da comunidade reivindicaram
apenas três caminhões de areia para renovar o espaço que reúne a comunidade em
torno de torneios. Assumimos o compromisso de reivindicar as benfeitorias junto
as autoridades constituídas.
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