O modelo de concessão de transporte coletivo de Campo Grande
precisa se revisto, defende Gerson Jara
Em reunião ocorrida nesta quinta-feira, na casa professora
Ana Cristina, no Bairro Cel. Antonino, o jornalista Gerson Jara defendeu que o
contrato para exploração da concessão dos serviços de transporte coletivo,
renovado por mais 30 anos, precisa ser
revisto.
Na avaliação do jornalista o atual modelo de divisão
territorial já não comporta a demanda, engessando a oferta de serviços oferecidos
aos cidadãos. Reforçou a necessidade de mudança do sistema com base territorial
para livre cadastro de linhas, em que qualquer pequeno ou micro empresário,
mediante registro na Agetran, possa
explorar linhas registradas previamente. Além disso, defende o ingresso de
táxis lotação e outras modalidades de serviços que possam aumentar a oferta de veículos,
com custos menores, aos usuários. "Precisamos de mais concorrência no
setor e não cabe ao município reforçar o
monopólio no setor", criticou.
Conclamou o empenho da comunidade para construir praças e áreas de lazer no bairro Cel. Antonino, até momento sem nenhum espaço público reservado para práticas desportivas. Sugeriu inclusive a permuta da antiga área do DNIT, no final da Rua Rachid Neder, próximo a Associação de Moradores do Bairro, como local adequado para uma praça poliesportiva e de lazer. "É só a prefeitura permutar a área, fazer o projeto e corremos atrás recursos com a nossa bancada para que esta obra se concretize".
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