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Ouvi reclamações de uma Moradora do Bairro Taquarussu
(antiga Sapolândia) que reside no local há mais de 16 anos e ainda tão a área
regulamentada por falta de uma política de regularização fundiária, o que causa
a insegurança de milhares de moradores de Campo Grande. Pois tal situação
acontece no Bairros Nossa Senhora das Graças, onde resido, Nossa Senhora
Aparecida, Portelinha, Jardim Noroeste e no Bordon.
Com base no Estatuto do Favela após 5 anos de posse da área,
mediante as realizações de benfeitorias e sem pedido de reintegração de posse,
desde de que não seja área pública, ela pode ser regularizada e deixar de ser carta de manga de político mal
intencionados que acabam tirando dividendos da situação de inseguranças das
famílias com tetos provisórios e que acabam sendo definitivo. Para tanto, basta a Prefeitura providenciar o
levantamento e a avaliação do memorial descritivo
das benfeitorias e a devida desapropriação ou desafetação de área com a
anuência da Câmara dos Vereadores.
O Ministério Público, bem como as Universidades e até mesmo
as empresas públicas, também poderiam ser parceiros na realizações de mutirões
de regularização de áreas de posse, trazendo tranquilidade para as famílias e
ao mesmo aumentando a base arrecadação de impostos, com as devidas melhoras
nesta áreas composta por famílias carentes

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